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As rígidas regras que a família real de Inglaterra tem de seguir

Não só de viagens, roupas bonitas e jóias valiosas é feita a monarquia britânica.

CARAS
5 de janeiro de 2019, 14:00

Para o público, o mundo da realeza pode parecer algo à parte, quase mágico. Vemos roupas magníficas, várias jóias de grande valor e muitas viagens. Contudo, nem só de privilégios vivem os membros da realeza britânica. Fique a conhecer algumas das normas mais rígidas que seguem.

Vénia, modo de sentar e de beber chá. Uma ligeira inclinação de cabeça e uma vénia são as formas de cumprimento dos homens e mulheres, respetivamente, da família real, perante a rainha. No que toca ao modo de sentar, as mulheres não devem cruzar as pernas, mas sim mantê-las juntas ou apenas cruzar os tornozelos. Por fim, quando bebem chá em público, devem utilizar os dedos indicador e polegar para agarrar a asa.

Permissão para casar. Para todos os membros da realeza que estejam nas primeiras posições na linha de sucessão ao trono, é necessária a autorização de Isabel II quando pretendem casar. Depois, é feito o anúncio oficial e, em certos casos, são convocados os meios de comunicação social.

Impedidos de voar juntos. A tradição manda que os herdeiros ao trono não voem juntos, de modo a não comprometer a sucessão real. Ainda assim, caso a monarca autorize, poderão fazê-lo. Carlos chegou a viajar com William e este, por sua vez, com o filho George.

No Natal, o destino é Sandringham. Esta é uma tradição que se tem mantido ao longo dos anos. Por altura do Natal, a família reúne-se em Sandringham, na residência da rainha, para festejar a época. Para as celebrações, são também convidados os companheiros dos membros da realeza, quer estejam casados ou não. A um almoço oferecido por Isabel II, segue-se a habitual missa de Natal.

Sem selfies, por favor. Na realeza britânica não se deve posar para fotografias estilo selfie, junto ao público. A própria rainha já chegou a referir que não lhe agrada o facto os fãs reais passarem mais tempo a tirar fotografias do que a olhar olhos nos olhos para os membros da realeza, quando saem à rua para os ver e cumprimentar.

E se não há selfies, muito menos autógrafos. É raro ver algum membro da família real britânica a expor a sua assinatura. Isto porque, segundo a norma, tal poderá facilitar uma falsificação da mesma, pelo que este impedimento funciona mais como uma medida de proteção.

Não expressar a sua opinião política em público nem votar. Segundo o site do parlamento britânico, é esperado que Isabel II "permaneça estritamente neutra no que toca a assuntos políticos, não pode votar nem marcar presença nas eleições". E além da rainha, os restantes membros da realeza estão incluídos nesta medida.

Viajar sempre com, pelo menos, uma peça de roupa preta. Esta norma aplica-se a todas as viagens oficiais ao estrangeiro. Segundo dita o protocolo, a medida justifica-se pelo facto de, se morrer alguém durante essa viagem, os membros da realeza lhe possam prestar homenagem, vestindo aquela cor. Uma situação destas ocorreu quando Diana e Carlos se encontravam nos Alpes, e o pai da princesa faleceu, ou quando morreu o rei Jorge VI, na altura em que a filha, Isabel II, se encontrava no Quénia.

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