Na fase inicial do relacionamento, Harry e Meghan terão feito de tudo para manter a discrição. Apesar de fazerem voos transatlânticos para se verem, quando estavam juntos, mal saíam de casa por medo de serem apanhados pelos paparazzi. Apenas os amigos mais próximos sabiam do namoro e o casal encomendava comida dos seus restaurantes favoritos, em vez de ir jantar fora.
Contudo, no dia 31 de outubro de 2016, a notícia veio a público e fez manchetes em todo o mundo. De acordo com uma biografia sobre os Sussex intitulada “Finding Freedom”, a informação veio de alguém que trabalha para Eugenie e para André, o duque de Iorque.
“O ‘The Sunday Express’ ia publicar a história do relacionamento – e havia rumores de que o tabloide tinha recebido informações de nem mais nem menos do que Eugenie e o seu pai, o príncipe André”, escreveram os autores Omid Scobie e Carolyn Durand. Um cenário devastador para a princesa, que tem uma relação especial com o primo desde a infância, quando as respetivas mães, Sarah Ferguson e Diana, organizavam férias em família com as crianças.
“Eugenie sempre foi mais do que apenas uma prima para Harry”, explicam Scobie e Durand. “Eles também eram amigos próximos. De todos os netos da rainha, Harry e Eugenie têm uma das ligações mais naturais. Tal como Harry, Eugenie é leal, honesta e muito divertida. Tal como Harry, Eugenie também lutava para criar a própria identidade enquanto crescia”.
Os excertos dizem ainda que o duque de Sussex sempre fez confidências à prima mais nova, especialmente no que dizia respeito à vida amorosa. “Ele não só confiava nela implicitamente, como amigos dizem que ela dá os melhores conselhos e sempre mostrou sapiência além da sua idade”. Prova disso é que Eugenie terá sido um dos primeiros elementos da realeza a saber do romance do agora duque de Sussex com a ex-atriz.