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Charlene do Mónaco confessa (finalmente) o porquê da sua recorrente tristeza em público

A mulher do príncipe Alberto quebrou o silêncio e surpreendeu muitas pessoas com as suas declarações.

CARAS
30 de dezembro de 2019, 12:56

Charlene do Mónaco abriu o seu coração à revista ‘Huisgenoot’, explicando os motivos que a levam a surgir sempre tão séria, dando por vezes a impressão de estar infeliz.

A mulher do príncipe Alberto admitiu que nem sempre surge tão sorridente como seria de esperar, particularmente no último ano, levantando suspeitas dentro e fora do principado do Mónaco.

De acordo com as suas palavras, o ano de 2019 não foi um ano especialmente fácil, já que perdeu dois amigos num curto espaço de tempo. “Morreram os dois em 10 dias. Foi incrivelmente doloroso.”

Uma tragédia que acumula com outras suas preocupações, como o estado de saúde do seu pai, Michael Wittstock, que também foi submetido a uma cirurgia. “Este ano, definitivamente, deu-me um golpe baixo. As pessoas são muito rápidas a dizer ‘Oh, porque é que ela não sorri nas fotografias?’ Bom, às vezes é difícil sorrir. Na verdade, não sabem o que se está a passar.’”

Por outro lado, explica a sua seriedade com a falta que sente do seu país de origem, a África do Sul: “Tenho o privilégio de ter esta vida, mas sim, sinto falta da minha família e amigos na África do Sul e fico triste por não poder estar sempre ali para eles.” Contudo, acrescenta, que é muito importante o facto do seu irmão, Gareth, a sua cunhada, Irish, e os seus sobrinhos também viverem no principado.

Durante a entrevista, a princesa também falou sobre os filhos, Jacques e Gabriella, de cinco anos, não escondendo o cansaço e, simultaneamente, a felicidade que sentia. “É esgotante, mas dão-me muita força.”

Os filhos, que são bilingues graças ao príncipe Alberto, que fala com eles tanto em inglês como em francês. Têm também aulas de natação e de ginástica extracurriculares, o que Charlene considera importante.

“Vamos ver como eles evoluem, mas quero que eles tenham uma vida. É difícil para mim acreditar que eu tinha apenas mais três anos do que eles agora quando comecei a treinar para os Jogos Olímpicos. Nadava 10 quilómetros por dia com apenas oito anos.”

Veja o vídeo dos cinco anos de vida dos príncipes Jacques e Gabriella!

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