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TOLGA AKMEN

Terá sido desta que os duques de Sussex disseram "Até já"?

O par real anunciou recentemente o seu desejo de se afastar dos deveres reais e da exposição mediática.

18 de novembro de 2019, 14:26

É muito provavél que os duques de Sussex já tenham iniciado o seu período de seis semanas de afastamento dos deveres reais, pelo que não deverão ter, a breve trecho, atos oficiais a cumprir. É por isso também possível que o último ato oficial de Harry tenha sido cumprido no passado domingo à tarde, quando participou na gala da OnSide Awards, que teve lugar no Royal Albert Hall, em Londres, onde foram distinguidos jovens que fizeram a diferença, entre os quais a ativista Greta Thunberg.

Meghan foi vista em público pela última vez nas comemorações do Remembrance Day, participando na missa com o resto dos membros da família real inglesa. A duquesa de Sussex assistiu à cerimónia da varanda do Foreign & Commonwealth Office, ao lado da condessa de Wessex e de Sir Timothy Laurence. Terá sido desta que disseram um "Até já"?

Recorde-se que o difícil anúncio de afastamento surgiu após a exibição do documentário “Harry and Meghan: An African Adventure”, durante o qual falaram abertamente sobre o nível de exposição da sua vida, algo particularmente incomodativo para a dupla desde maio de 2019, altura em que se tornaram pais pela primeira vez. Os duques de Sussex querem preservar a intimidade do filho, o pequeno Archie Harrison, de seis meses. Os raros momentos em que mostram o filho foram maioritariamente durante a sua recente viagem à África do Sul por terem feito questão de o levar nesta longa visita oficial, evitando afastar-se do menino.

Apesar de ser neto de Isabel II e, por isso, conviver desde sempre com a atenção do mundo inteiro, a pressão mediática dos últimos momentos fê-lo recordar-se de alguns dos piores momentos da sua vida: a morte da mãe, a princesa Diana, a 31 de agosto de 1997. O filho mais novo de Carlos chegou a admitir ter recebido apoio psiquiátrico para superar este trauma. “Sempre que vejo uma câmara, sempre que oiço um clique, cada vez que vejo um ‘flash’ ... isso faz-me lembrar [a morte da mãe]. É a pior lembrança”, garantiu.

A possibilidade de Meghan vir a passar pelo mesmo é algo que ameaça a tranquilidade do par, e nem mesmo as dificuldades vividas dias antes de subirem ao altar, a 19 de maio de 2018, os fez afastar-se do seu objetivo principal: serem felizes e viver um amor como qualquer outro casal da sua idade.

O par deverá, durante este período, viajar até aos Estados Unidos da América, concretamente até Los Angeles, para ali passar uns dias com a mãe de Meghan, Doria Ragland, e juntos assinalarão o Dia de Ação de Graças, e também o Natal.

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