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Luana Piovani abre o coração sobre a vida em Portugal e o novo namorado

A atriz vive uma fase muito feliz na vida pessoal.

CARAS
14 de fevereiro de 2020, 16:01

Dois mil e dezanove foi um ano de grandes mudanças para Luana Piovani, sem dúvida marcado pela decisão de trocar o Brasil por Portugal, juntamente com os três filhos, Dom e os gémeos Liz e Bem, e com o agora ex-marido, Pedro Scooby. Na Ilha da CARAS, a atriz revelou que, inicialmente, consideraram mudar-se para a Califórnia, nos Estados Unidos, mas acabaram por escolher o nosso País pela localização privilegiada na Europa, que permite visitar outros Estados-membros da União Europeia, com culturas e línguas diferentes, com grande facilidade.

A estrela, de 43 anos, também entrou em detalhes sobre como conheceu o novo namorado, o basquetebolista Ofek Malka. "Conhecemo-nos numa festa em Ibiza. Eu não estava à espera. Houve uma troca de olhares, ele abordou-me e eu também," explicou. Os dois mantêm um relacionamento à distância, uma vez que Luana vive em Portugal e Malka, em Israel. "Eu tenho uma agenda mais fácil e flexível do que a dele. Ele é muito empenhado e está a começar a vida dele; tem 23 anos. Ele estuda, dá aulas de basquete e é jogador profissional, portanto tem treinos. Ele vai quando pode. Eu vou mais a Israel do que ele vem a Portugal," disse, acrescentando que está apaixonada pela cultura do país.

Entre viagens, o mais difícil é mesmo lidar com as saudades que sente do namorado. "Eu reclamo mais do que ele. Pergunto como fazemos com as saudades e ele responde 'não temos escolha'. É assim tão simples. Nenhum de nós quer abrir mão do outro, então vamos ficar felizes."

Luana também comentou as críticas que recebe por expor a sua vida pessoal nas redes sociais, tendo explicado que o facto de ter iniciado a carreira cedo a fez aprender a lidar com essa questão."Fiz psicanálise. Sempre estive muito atenta a mim". Hoje em dia, partilha tando o lado bom como os momentos menos glamorosos com os seus fãs, e sublinha que está feliz com a relação que conseguiram construir.

"Eu adoro que as pessoas não me vejam como uma diva. Elas tratam-me de igual para igual, e quando encontro pessoas que me admira, recebo muito carinho. Isso é muito especial porque não quero sentir que estou distante; quero que sintam que somos iguais, porque sempre acreditei que somos todos irmãos. É troca e acho que só nascemos para trocar", concluiu.

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