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O poder da mensagem política na passadeira vermelha dos Óscares

Como as estrelas dos Óscares usam o poder do vestuário para homenagear as causas com as quais se preocupam

CARAS
10 de fevereiro de 2020, 11:49

Embora questões políticas, ambientais e sociais tenham dominado a conversa sobre a moda durante esta temporada de prémios, o público dos Óscares deste ano adicionou mais uma camada à declaração da indumentária: o tributo.

Desde o fato de Spike Lee com as cores e número do falecido basquetebolista Kobe Bryant ao vestido Alberta Ferretti de America Ferrera e cocar de ouro que simbolizavam a sua herança indígena de Honduras, as declarações por trás das roupas na passadeira vermelha foram todos notáveis.

"Esta bandana é inspirada nas que os guerreiros indígenas Lenca nas Honduras usavam, portanto é caso para dizer que trago os meus antepassados comigo para a noite dos Óscares", disse a atriz grávida de Como Treinar o teu Dragão.

Natalie Portman trabalhou com a estilista Dior para criar uma capa feita à medida com os nomes de realizadoras como Lulu Wang, Greta Gerwig, Lorene Scafaria, Marielle Heller e Mari Diop - que foram esquecidas pela Academia na cerimónia deste ano.

"Eu queria reconhecer as mulheres que não foram reconhecidas pelo seu trabalho incrível este ano, de uma maneira subtil", disse a vencedora de um Óscar sobre o seu design bordado a ouro.

A sustentabilidade, assunto que arrancou nos prémios BAFTA , também se fez ver no evento com Saoirse Ronan, protagonista de Mulherzinhas, a usar um design Gucci feito com os mesmos pedaços de tecido que formaram o seu vestido nos prémios britânicos de cinema.

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