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Jurados do prémio da revista “ACTIVA” escolhem cinco mulheres inspiradoras

Neste almoço foram avaliadas 16 mulheres inspiradoras, que se distinguem nas áreas das artes, ciência, negócios, solidariedade e desporto.

Ana Oliveira
12 de janeiro de 2020, 08:43

O Hotel Tivoli Avenida Liberdade Lisboa acolheu o almoço de trabalho no qual se reuniram os elementos do júri que escolhe as vencedoras do prémio atribuído anualmente pela revista Activa.
Conceição Zagalo, empreendedora social, Luís Marques Mendes, advogado, Maria de Belém Roseira, curadora da Fundação Millennium, Mafalda Anjos, publisher da TIN – Trust in News, que edita a revista, e Natalina de Almeida, diretora da Activa, são os cinco jurados que elegem as mulheres inspiradoras do ano em cinco categorias: artes, que tem como nomeadas a atriz e encenadora Maria João Luís, a realizadora de filmes de animação Regina Pessoa e a atriz Victoria Guerra; ciência, na qual se destacam as investigadoras Fátima Cardoso (na área do cancro), Marta Moita (neurociência comportamental) e Mónica Bettencourt Dias (biologia celular); negócios, onde concorrem Cristina Fonseca, cofundadora da Talkdesk, Daniela Braga, fundadora da DefineCrowd, e Isabel Vaz, CEO da Luz Saúde; solidariedade, cuja escolha será feita entre Adriana Costa Santos, rosto da Plataforma Cidadã de Apoio aos Refugiados, Alexandra Machado, da Girl Move Academy, e Inês Prazeres, da associação DOCE, e, por fim, desporto, que tem por candidatas a ginasta Filipa Martins, a atleta Salomé Rocha e a dupla da ginástica acrobática Rita Ferreira e Ana Rita Teixeira. Dezasseis nomes que inspiram qualquer mulher e são bons exemplos de perseverança e capacidade de fazer a diferença.
“As mulheres são inspiradoras sobretudo por serem lutadoras e resistentes e por, neste século, que muitos já consideram o século das mulheres, ocuparem posições em que colocam ao serviço da sociedade os talentos com que foram dotadas. E foram esses mesmos talentos que, no passado, foram olhados de forma preconceituosa”, sublinhou Maria de Belém. Já Conceição Zagalo acentuou a relevância que vê neste prémio: “Em 2019, ano que regista já toda uma evolução significativa face a décadas anteriores, continua a fazer o maior sentido este prémio, que reconhece o potencial destas mulheres e a sua capacidade de contribuir para um mundo de equidade.” Quanto a Luís Marques Mendes, destacou a complexidade da escolha:“Esta é uma tarefa muito difícil, porque há muitas mulheres inspiradoras no nosso país, mas chama-se a isso ter um problema bom.”

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