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Dália Madruga e Marcos Tenório Bastinhas: “Temos a família com que sempre sonhámos”

Marcámos encontro com a família da assessora e do cavaleiro tauromáquico na sua quinta, em Elvas, onde foram fotografados com João, de sete anos, filho de Dália, Clara, de quatro, e Alice, de ano e meio, filhos do casal.

André Drogas
24 de dezembro de 2018, 14:05

Passaram seis anos desde que trocou a azáfama lisboeta pelo ambiente mais calmo de Elvas, mas considera que não poderia ter feito melhor escolha. Hoje, é ao lado do marido, o cavaleiro tauromáquico Marcos Tenório Bastinhas, de 32 anos, que Dália Madruga, de 39, e os filhos, João, de 11 anos (fruto do seu anterior relacionamento), Clara, de quatro, e Alice, de ano e meio, que a antiga apresentadora de televisão encontrou a felicidade. Que no dia desta sessão fotográfica sentia como plena, mas cuja sensação foi interrompida no dia seguinte: o sogro, Joaquim Bastinhas, foi sujeito a uma intervenção cirúrgica que deu origem a várias complicações, encontrando-se ainda internado, a recuperar. Por agora, a família atravessa um momento delicado e, a um mês do Natal, só deseja que este possa ser passado com todos reunidos e de boa saúde.
– Como tem sido esta caminhada a dois?
Dália Madruga – Passaram seis anos e não sentimos o tempo a passar, foi muito rápido. Se não tivéssemos filhos, nem dávamos conta. Tem sido uma caminhada harmoniosa. Primeiro entre nós, depois com a família que construímos. Conseguimos tornar o caminho muito mais bonito.

– Sempre sentiu que fez a escolha certa ao vir viver para o Alentejo?
– A escolha foi feita por amor, e quando acreditamos muito na pessoa com quem estamos acaba por ser a escolha certa. Se sinto a falta da agitação, de fazer televisão, da adrenalina, sim, por vezes sinto falta. Mas se olhar para trás acho que tomei a melhor decisão da minha vida, e isso vê-se na família que temos.

– E ganhou um leve sotaque alentejano… Já se sente totalmente em casa?
– Toda a gente diz que já tenho imenso sotaque alentejano! [Risos.] Na verdade, são só as outras pessoas que o notam, porque eu nem reparo. Nos meus filhos, sim, já noto o sotaque. Eu tenho costelas alentejanas, pois o meu avô materno era alentejano, por isso acaba por ser muito natural este meu amor ao Alentejo. E sim, sinto-me mesmo em casa.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1218 da revista CARAS.
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