Nas Bancas

JNS-OB-17.jpg

Joaquim Norte Sousa

Oceana Basílio: “Não sou obcecada com a imagem nem com a moda”

A atriz conta como é ser mãe de uma adolescente num mundo cada vez mais digital, onde os desafios são constantes.

Joana Brandão
14 de outubro de 2018, 17:07

Numa curta visita ao Norte, Oceana Basílio partilhou o bom momento que vive com a filha, com a qual descobre cada vez mais afinidades. Nascida do seu casamento com Pedro Laginha, Francisca, de 14 anos, é o centro das atenções da atriz, que lhe dedica o máximo de tempo possível. Depois de umas férias no Algarve, mãe e filha estão agora de regresso ao trabalho e às aulas.
Com as salinas de Aveiro como cenário – a fazer lembrar a terra natal da atriz, Tavira –, Oceana falou dos próximos projetos e da relação que tem com a imagem. Aos 39 anos, é apontada como uma das solteiras mais cobiçadas de Portugal, e através das redes sociais a atriz mostra a sua boa forma com fotografias ousadas e sensuais. E é com naturalidade que o faz, como se pode ver nesta sessão fotográfica em Aveiro, mas também na campanha que protagoniza para dar a conhecer a sua primeira coleção de óculos. Numa parceria com a marca portuguesa Soul, a atriz assina a linha Soul by Oceana, cujo mote é O Verão só acaba quando quisermos!. Apresentada há dias, esta é a estreia de Oceana no desenvolvimento de uma coleção.
– Terminadas as gravações de Paixão foi tempo de férias? Como foram passadas?
Oceana Basílio – Dediquei o mês de agosto à minha filha, estivemos de férias juntas e foi muito bom. E agora já estamos de volta às rotinas do ano letivo.
– Como é ser mãe de uma adolescente de 14 anos?
– Ela acompanha-me imenso. Já vemos os mesmos filmes e séries, está crescida. Sou muito mãe, mas também amiga, e agora a afinidade é maior, porque ela já gosta do que eu gosto. A Francisca já veste a minha roupa, e temos muitas coisas em comum.
– Vê algumas semelhanças com os seus 14 anos? Revê-se nos comportamentos da Francisca?
– Ela é muito comunicativa, como eu era, mas somos pessoas diferentes. A adolescência é sempre uma fase de mudança, de descoberta, e hoje as coisas não são iguais. A oferta tecnológica é enorme, e isso leva a uma nova aprendizagem, que no meu tempo não era assim. Estou a tentar perceber também esse lado, para a educar da melhor forma, para que a Francisca não cresça com grandes ilusões.
– A Francisca cresceu a ver os pais na televisão. Ela demonstra vontade de seguir o caminho da representação?
– Ela gosta de ciências e matemática, portanto acredito que o caminho dela seja por aí. Mas o importante é que escolha a área que a faz feliz e que tente ser boa nisso. De resto, adora teatro, acompanha-me sempre. Mas não é uma miúda deslumbrada nem obcecada pela imagem, o que é muito bom.

Leia esta entrevista na íntegra na edição 1208 da revista CARAS.
Assinatura Digital

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras