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Madalena da Suécia não lida bem com a pressão mediática: “Não gosto de ser o centro das atenções”

A princesa deu uma entrevista ao lado do marido, Chris O’Neill, no programa sueco ‘Skavlan’, onde falou sobre a pressão mediática, a maternidade e a família.

CARAS
12 de dezembro de 2015, 17:32

Madalena da Suécia e Chris O’Neill deram a sua primeira entrevista juntos no programa sueco Skavlan, transmitido ontem à noite, 11 de dezembro. Durante a conversa, a princesa falou sobre diversos aspetos da sua vida, como a maternidade, a família, a timidez e a pressão mediática.
Apesar de, desde pequena, lidar com as câmaras e o público, a filha dos reis Carlos Gustavo e Sílvia confessou que não é fácil estar nessa posição. “Todas as pessoas pensam que sempre o fiz e estou habituada, que estou cómoda perante os fotógrafos, com os jornalistas a fazer perguntas. Mas a verdade é que não estou”, começou por dizer. “Sou bastante tímida, não gosto de estar no centro das atenções, mas como figura pública que sou, tenho de saber lutar contra esse problema. Ainda estou a trabalhar nisso, por isso é que aqui estou”, explicou.
Madalena, de 33 anos, fez questão de contar os episódios da sua infância, quando necessitava de posar para os retratos oficiais. “As fotos de família sempre foram uma dor de cabeça para os meus pais. Eu corria, escondia-me. Tinham de me arrastar e eu gritava sempre porque nunca queria ir”, declarou, na companhia de Chris O’Neill, da cantora Adele e do chef Jamie Oliver.
Em relação ao dia a dia em Londres, cidade para onde se mudou com a família há alguns meses, a princesa revelou que pretende desfrutar do seu tempo livre com os dois filhos, Leonore e Nicolas, algo que não aconteceu consigo devido às constantes viagens oficiais dos pais. “Neste momento, sinto que quero dedicar-me aos meus filhos. Foi algo que me faltou quando era pequena”, contou, referindo que é uma “péssima dona de casa”. “Chris é um ótimo cozinheiro. Nem sequer vou à cozinha, é domínio dele”, concluiu.
Já o corretor financeiro admitiu que nem sempre foi fácil lidar com o facto de a mulher ser uma princesa. “Em Inglaterra, todas as pessoas têm o direito de manter alguns aspectos da sua vida em privado. Não há melhor que a transparência escandinava, mas isto é muito diferente. Não esperava, mas depois pensei: ‘Apaixonei-me por esta rapariga. Tenho de me adaptar à pessoa que amo”, assegurou.

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