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Princesa Martha Louise e xamã Durek garantem que nas suas vidas passadas foram um casal no Egito

"Ela era a minha rainha e eu era um faraó", assegura o namorado da princesa norueguesa.

CARAS
14 de novembro de 2019, 13:19

O xamã Durek Verret e a princesa Martha Louise assumiram a sua relação no passado mês de maio e desde então têm surgido juntos em vários eventos. No entanto, a relação entre ambos foi alvo de várias críticas, devido, em parte, à profissão de Verret e às suas crenças. Ainda assim, os dois seguem felizes, dando palestras pelo mundo, especialmente nos Estados Unidos e na Noruega.

Recentemente, o xamã deu uma entrevista à People na qual garante que ele e Martha Louise já se conhecem de uma vida passada. "Quando estamos juntos e olho para ela às vezes vejo outro rosto. E ela vê o mesmo em mim. Tenho recordações de nós os dois no Egito, nas quais ela era a rainha e eu um faraó", conta. Na mesma entrevista Durek Verret afirma que quando se conheceram a conexão entre ele e a princesa foi imediata. "Ela entrou e disse: 'Lembro-me de ti, sei quem és"', palavras que parecem não ter surpreendido o xamã. "Sim, conhecemo-nos há muito tempo", repondeu.

O xamã mostra ainda que tende a relativizar as críticas de que o casal é alvo. "Não estou aqui para vos dizer que estão enganados. Quando as pessoas dizem coisas como 'isso não é real', para mim isso só quer dizer que estão a reduzir o seu conhecimento e a sua capacidade para serem conscientes daquilo que é possível. Só estão a ver uma parte", refere, sobre os céticos que criticam a forma como o casal vive e as suas crenças.

De recordar que a princesa decidiu recentemente deixar de usar o título para fins comerciais, depois de ter sido fortemente criticada. Um jornal noruguês foi mais longe e exigiu até que, por assumir a relação com o xamã e ter passado a dar palestras motivacionais, deveria abandonar de vez o título de princesa, algo que Martha Louise garante que não vai fazer. "Sou uma princesa e nasci nesta família. Escolhi este estilo de vida e é a minha forma de ganhar dinheiro. Outros que fazem coisas semelhantes também ganham dinheiro por isso", referiu numa entrevista a um canal de televisão sueco.

De salientar que a mais recente polémica envolvendo o xamã aconteceu no final de outubro, quando a editora norueguesa que iria publicar o seu último livro, decidiu voltar atrás por este alegadamente referir que a infelicidade está associada ao aparecimento de cancro. “O texto deve ser objeto de uma leitura mais ampla e uma revisão crítica”, comunicou a editora.

Sobre este tema o xamã garante que a editora “escolheu o medo em vez do amor”, algo que desaprova. "Viajei para tantos países que achei que a Noruega estava mais desenvolvida do que isto. Há um grupo de pessoas que tem medo de ouvir opiniões às quais não estão habituadas. É muito triste que as pessoas que fizeram a revisão do livro tenham optado por se concentrar num único capítulo em que falo sobre cancro em vez de vê-lo na íntegra. A censura é tão medieval ... Aprendi a não perder tempo com pessoas que decidiram de antemão que estão certas”, afirmou.

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