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A maternidade, a educação dos filhos e a admiração pelo marido: Charlene faz confissões inéditas

"Quando estamos os quatro juntos, não importa onde estamos porque é esse o nosso lugar", garante.

CARAS
25 de novembro de 2019, 17:09

Charlene do Mónaco abriu o coração à “Point de Vue”, numa entrevista exclusiva em que aborda o tema da maternidade. Os filhos da princesa, os gémeos Jacques e Gabriella, que completam cinco anos no próximo dia 10 de dezembro, encantaram os fãs da família real do Mónaco há dias, ao surgir no Dia Nacional do Mónaco. O pequeno príncipe vestiu-se, pela primeira vez, com uniforme militar, assemelhando-se em tudo ao pai, Alberto.

A princesa admitiu ser uma mãe protetora e reconheceu à publicação que a paternidade "costuma ser cansativa, mas também estimulante em muitas áreas". Sobre a intimidade, afirma que, em família, quando estão só os quatro, falam em inglês, “mas Jacques e Gabriella falam muito bem francês no colégio”.

A mulher de Alberto explica ainda que, num dia comum em família, é “o pai quem os leva para a escola de manhã. Quando regressam para casa, o meu trabalho começa e dura até ao dia seguinte. As tardes são geralmente agitadas. Quando estou sozinha com eles, as crianças discutem para ver quem vai dormir com a mãe. Eles adoram entrar na nossa cama, às vezes ficamos um bocado apertados. E tudo isso sem contar com os nossos dois cães, Poppy e Harley”.

Charlene não poupa elogios ao marido. “O príncipe [Alberto] nasceu para ser pai. Alberto é um pai extraordinário, maravilhoso, divertido, que escuta e alegra. Passa muito tempo com Jacques e Gabriella e cuida deles sempre que pode. Tem muito trabalho para fazer e eu também. Por isso levou-os só a eles ao Japão, no final de outubro, porque eu tinha obrigações no Mónaco. Os meninos acompanham-me em algumas viagens e estão com o pai noutras, sentem-se sempre confortáveis. Quando estamos os quatro juntos, não importa onde estamos porque é esse o nosso lugar.”

A cunhada de Stéphanie recorda ainda a primeira vez que os filhos visitaram a África do Sul, o país que a viu nascer. “Sonhei durante muito tempo em levá-los lá. Eles estavam impacientes para ver os avós e brincar com os primos. Também os levámos a ver rinocerontes. Esses momentos permanecem gravados em mim para sempre”, conta acrescentando detalhes sobre a relação entre os dois irmãos: “Estão sempre em contacto, às vezes são um bocado abruptos, mas apoiam-se incondicionalmente.”

Em relação ao seu trabalho à frente da Fundação Princesa Charlene de Mónaco, a mulher do príncipe Alberto diz que a sua prioridade é reunir doações, uma vez que a entidade está estabelecida nos cinco continentes e “permitiu a centenas de milhares de pessoas, principalmente crianças, beneficiar de programas de treino de natação e prevenção de afogamentos. Queremos oferecer os meios para chegar a mais pessoas, para que a opinião pública em todo o mundo esteja ciente dos riscos do ambiente aquático e da necessidade de que haja coisas que possam salvar vidas.”

Também no seu dia-a-dia Charlene incentiva os seus filhos para que se mantenham ativos. “Jacques e Gabriella gostam de atividade física. O fato de terem aprendido a nadar muito cedo, tanto pela segurança deles como pela minha paz de espírito, foi provavelmente um fator determinante. Veremos nos próximos dois ou três anos que desporto os atrai mais.”

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