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Momento inesperado marca Dia Nacional do Mónaco: Alberto não contém as lágrimas em homenagem à mãe, Grace Kelly

Se fosse viva faria 90 anos.

19 de novembro de 2019, 16:50

Esta terça-feira, 19 de novembro, a família real monegasca assinalou o Dia Nacional do Mónaco, como habitualmente. Na edição deste ano, além da habitual missa de ação de graças e subida à varanda por parte dos membros da família real, houve ainda tempo para homenagear Grace Kelly, que no passado dia 12 de novembro completaria 90 anos de vida.

A princesa, que antes de encher de 'glamour' o Mónaco triunfou em Hollywood, foi homenageada por uma orquestra de carabinieiros que, sob o olhar atento do príncipe Alberto, tocaram Amazing Grace na esplanada do palácio, enquanto formavam o duplo monograma "G", em memória da mãe de Alberto. A melodia começou ao ritmo de um flautista - o pai de Grace Kelly era irlandês - criando a atmosfera perfeita para homenagear a princesa que o Mónaco e o mundo não esquecem.

Alberto não conteve as lágrimas ao rememorar a vida mãe, que perdeu a vida num trágico acidente de viação quando este tinha apenas 24 anos.

Charlene, criticada muitas vezes pela presença austera e distante para com o marido, confortou-o, dando-lhe o braço. Com o término da atuação musical, e emocionado, abandonou a varanda por breves instantes, regressando segundos mais tarde.

Já anteriormente Grace Kelly tinha sido recordada através de uma representação da Força Aérea dos Estados Unidos da América, vinda de Washington, que ali realizou um conjunto de acrobacias aéreas que deixaram de boca aberto os príncipes Jacques e Gabriella, de quatro anos.

Recorde aqui uma recente entrevista de Alberto sobre a mãe.

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