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Charlotte Casiraghi aos 30 anos: Bonita, elegante, rica e inteligente

Charlotte tinha apenas quatro anos quando a sua vida familiar foi marcada por uma tragédia: a morte do pai, o empresário italiano Stefano Casiraghi, num acidente náutico ao largo de Monte Carlo, a 3 de outubro de 1990.

CARAS
18 de agosto de 2016, 15:39

Charlotte Casiraghi aparece nas pá­gi­nas das revistas de socieda­de internacionais desde que nasceu. E as suas fotos em criança já faziam adivinhar que se tornaria uma mulher belíssima. Não é por isso de estranhar que aos 30 anos, completados a 3 de agosto, a filha da princesa Carolina do Mónaco e do seu segundo marido, o falecido empresário italiano Stefano Casiraghi, conste nos tops das mulheres mais bonitas do mundo. E também das mais elegantes e bem vestidas, pois, pelo facto de ser rica, é presença assídua nos desfiles dos grandes costureiros, sendo, tal como a mãe, uma das musas de Karl Lagerfeld.
Ao contrário dos irmãos, Andrea, de 32 anos, e Pierre, de 29, que são notoriamente Casiraghi, e da meia-irmã Alexandra, de 17 anos, que é parecidíssima com o pai, o príncipe Ernst de Hannover, Charlotte é, inegavelmente, herdeira da beleza da mãe. Numa e noutra predominam os traços latinos da princesa Charlotte Grimaldi, mãe do príncipe Rainier III, com a qual partilham o tom de cabelo, o formato de rosto anguloso, o amendoado dos olhos, a boca carnuda. Uma e outra herdaram também alguns genes dos Kelly, a família americana de origem irlandesa da princesa Grace. Nomeadamente o azul intenso dos olhos e o porte elegante, delicado e, simultaneamente, majestoso. Quase altivo, sem na verdade o ser. Porque bastam uns segundos a ouvir Charlotte para perceber que não é, de todo, uma pessoa snob, vaidosa ou inacessível.
Bem nascida, bonita, fotogénica e famosa, a jovem Casiraghi tem sido convidada para protagonizar editoriais de revistas de moda como a Vogue, a Harper’s Bazaar ou a Vanity Fair e contratada como embaixadora de marcas de prestígio, como a Gucci ou a Montblanc.
Charlotte tinha apenas quatro anos quando a vida pregou uma terrível partida a toda a sua família: a 3 de outubro de 1990, Stefano Casiraghi, de 30 anos, teve um acidente fatal quando tentava revalidar o título de campeão do mundo offshore de motonáutica. A morte do marido, junto do qual pareceu sempre imensamente feliz, mergulhou Carolina num luto longo e profundo, que a levou a retirar-se com os três filhos para uma aldeia do sul de França, Saint-Rémy de Provence, onde manteve um estilo de vida o mais simples e discreto possível.
Naturalmente, visitavam regularmente o principado, pois Carolina era, desde a morte da mãe, em setembro de 1982, a primeira-dama oficial do Mónaco, mas o facto de no dia a dia ter crescido longe dos luxos do palácio do avô e ter vivido em contacto com a natureza, rodeada de animais, sobretudo dos seus amados cavalos, e estudado em escolas públicas, forjou a personalidade descontraída de Charlotte. Que sempre que é tratada por princesa faz questão de frisar: “A minha mãe é princesa, eu não.”
A jovem monegasca, que, terminado o liceu em Saint-Rémy, se licenciou em Filosofia pela conceituada Universidade da Sorbonne, em Paris, associa aos seus atributos físicos o facto de ser uma mulher inteligente, culta, dinâmica e emancipada. Além dos estudos académicos, aprendeu ballet e vários desportos, entre eles esqui e equitação – amazona dedicada, compete há vários anos em concursos internacionais de saltos de obstáculos –, fala fluentemente inglês, francês, italiano e alemão, escreve para várias revistas e é leitora compulsiva (entre os seus autores preferidos constam clássicos como Baudelaire, Rimbaud, Victor Hugo, Stendhal ou Camus), tem acesso a todo o tipo de eventos culturais e artísticos e até organiza alguns, como foi o caso dos Encontros Filosóficos do Mónaco, que decorreram de outubro a abril passado, sob o lema do amor, debatido em colóquios mensais, e que foram um imenso sucesso.
Nascida numa das primeiras famílias soberanas a rejeitar os casamentos por conveniência, Charlotte reconheceu na sua primeira entrevista televisiva, concedida precisamente por ocasião das primeiras conferências dos Encontros Filosóficos, que considera o amor o grande motor da vida.
Depois de alguns namoros de adolescência sem grandes consequências, Charlotte manteve uma relação de quatro anos com Alex Dellal, com o qual chegou a viver em Londres. Ainda não tinha havido uma confirmação de rutura quando, em dezembro de 2011, a jovem foi vista numa discoteca parisiense em clima de romance com o ator e comediante franco-marroquino Gad Elmaleh, 15 anos mais velho. Uma relação nunca oficializada, mas que assumiu plenamente, mudando-se para Paris, onde, a 17 de dezembro de 2013, nasceu o filho de ambos, Raphaël.
Em outubro de 2015, e quando também ainda não se sabia que tinha terminado com Gad, Charlotte foi fotografada aos beijos com o cineasta Lamberto Sanfelice, de 41 anos. Pertencente a uma família da antiga aristocracia italiana, intelectual, cosmopolita e bonito, Lamberto, que é amigo da sua cunhada Beatrice Borromeo (mulher de Pierre), parece ter sido feito à sua medida. Por isso uma vez mais mudou-se de armas e bagagens atrás de um amor, agora com destino a Roma. Resta saber se é desta que encontra aquela que considera “a chave para uma relação de amor duradoura: que ambos partilhem a paixão pelo verdadeiro, pela vida”.

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