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Charlotte Casiraghi teme tornar-se uma nova Diana

Romance com Gad Elmaleh põe ‘paparazzi’ em violenta perseguição da princesa monegasca.

Redação CARAS
3 de abril de 2012, 17:17

Tornada pública no começo de janeiro pela edição francesa da revista Closer – logo secundada por mil e uma publicações um pouco por todo o mundo –, a relação amorosa de Charlotte do Mónaco com o humorista franco-marroquino Gad Elmaleh está a transformar a vida da jovem princesa num “inferno diário”. Quem o diz é o advogado Alain Toucas, que em nome de Charlotte apresentou num tribunal de Paris uma queixa contra os paparazzi, por “perseguição” e “violência moral”.
Alain Toucas, que em tempos representou a falecida princesa Diana em queixas idênticas, referiu entretanto ao jornal Le Parisien: “A senhora Charlotte Casiraghi é permanentemente assediada pela imprensa sensacionalista, mas desta vez com um risco incontestável, devido às perseguições motorizadas.” E o advogado adiantou: “Essas perseguições de carros e de motos são uma violência moral e um risco físico gravíssimo. Eu tive a honra de representar a princesa de Gales e não tenho nenhum desejo de ver essa situação repetir-se.”
O cerco intensivo que os paparazzi lhe montaram desde que, a 28 de dezembro, foi vista numa discoteca parisiense em clima romântico com Gad está a provocar tal ansiedade em Charlotte que, apesar de estar habituada desde muito pequena à atenção da imprensa, neste momento já só consegue sair à rua rodeada por 12 guarda-costas.
Este pânico pode parecer exagerado. Mas não é. E a princesa Carolina, que certamente tem bem presentes na memória situações idênticas que viveu – e também que foi este género de perseguição que deu origem ao acidente em que Diana morreu – foi a primeira a alertar a filha para os perigos que corre.
E que terá este namoro de tão especial para levar os paparazzi a comportarem-se com tanta ferocidade como fizeram com a princesa de Gales e a esquecerem-se das terríveis consequências que esse seu comporta­mento teve? Primeiro que tudo, é por demais sabido que todas as novidades que envolvem a glamorosa família Grimaldi são desde há muito apelativas para a imprensa cor de rosa; depois, a notícia deste namoro surgiu quando ainda nem se sabia que Charlotte tinha terminado a relação de quatro anos – e que parecia de pedra e cal – com o jovem herdeiro de ascendência anglo-brasileira Alex Delal; finalmente, pela considerável diferença de idades que separa os apaixonados: ela tem apenas 25 anos, ele já vai nos 41.
E é aqui que está o busílis da questão. Ao contrário do namoro com Delal, que não tinha qualquer nota de picante a condimentá-lo – era uma relação “certinha”, em que os dois tinham a mesma idade e estilos de vida idênticos, moviam-se nos mesmos meios sociais elitistas e endinheirados e tinham a bênção das respetivas famílias –, esta nova ligação da princesa tem todos os temperos para despertar apetites incontroláveis junto dos sempre ávidos fotógrafos especializados em apanhar as figuras públicas em pleno “delito”.
É verdade que Charlotte nem sequer foi apanhada em delito – tanto ela como Gad são descomprometidos –, mas o peso da diferença de idades, logo, de vivências bem distintas, dá logo um carácter algo transgressor ao caso. Como se percebe pelos comentários que se multiplicam em blogues e chats na Internet, em que Charlotte surge como uma vítima inocente que caiu nas malhas ardilosas de um playboy sabidão. Tudo porque o ator é tido em França como um sedutor implacável, um autêntico D. Juan, pois, além do casamento com a atriz Anne Brochet, mãe do seu filho de 11 anos, Noé, manteve depois disso relações assumidas com uma bailarina da Ópera Nacional de Paris, Aurélie DuPont, com a atriz Nora Arnezeder e com a jornalista e apresentadora de televisão Marie Drucker.
Naturalmente, para Charlotte essa faceta de sedutor não deixará de ter o seu quê de apelativo, na medida em que poderá significar que o ator é um bom conhecedor do universo feminino. Isso, associado ao facto de Gad Elmaleh ter um reconhecido sentido de humor e ser, certamente, um homem interessante do ponto de vista inte­lectual e cultural – a sua carreira de sucesso enquanto humorista, ator, realizador, cantor, músico e dançarino assim o faz crer – foram atributos mais do que suficientes para que conquistasse a princesa à primeira vista. E foi isso mesmo o que aconteceu: conheceram-se no princípio de dezembro, num jantar organizado por amigos comuns, e não se largaram mais.
Apesar de até agora não ter havido comentários da parte da família Grimaldi sobre esta paixão, fontes próximas asseguram que ela não será do especial agrado da princesa Carolina, que se sente de pés e mãos atadas. Afinal, ela própria, com 21 anos, caiu na tentação de se apaixonar por um homem 17 anos mais velho, Philippe Junot, com o qual se casou contra a vontade dos pais, acabando por viver com ele dois anos muito infelizes.
Se, por um lado, Carolina é a primeira a perceber o que se está a passar com a filha, por outro é a pessoa mais avalizada para a aconselhar a ter cuidado para não sair magoada. Mas é, também, quem melhor sabe que se fizer alguma coisa para contrariar a paixão da filha nesta fase só conseguirá atear mais a chama.
Numa fase em que Charlotte tinha razões de sobra para estar nas nuvens – a nível profissional, a cavaleira tornou-se imagem da Gucci (da qual já era embaixadora do concurso hípico Master Gucci), posando para o conceituado fotógrafo Peter Lindbergh para a campanha fotográfica Forever Now, que faz publicidade à linha de roupa de equitação criada por ela em parceria com a diretora criativa da marca italiana, Frida Giannini –, afinal, são muitos os obstáculos que se atravessam no seu caminho. Mas a novela ainda vai nos primeiros episódios e o final não será obrigatoriamente infeliz.

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