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Desiludida com Alberto, Charlene torna-se fria e distante

Casados há quatro meses, os príncipes têm em público uma linguagem corporal pior do que formal: como se pode ver em algumas imagens, é rígida ao ponto de parecer desconfortável.

Redação CARAS
5 de novembro de 2011, 22:05

O tom dos rumores que asseguram que Alberto e Charlene do Mónaco fazem vidas separadas desde que se casaram aumenta a cada dia que passa. Segundo alguma imprensa francesa, que cita fontes próximas do Palácio do Mónaco, a sul-africana estará a viver sozinha em Roc Agel, propriedade que os Grimaldi têm no sul de França, a escassos quilómetros do Mónaco, deslocando-se ao principado apenas quando tem mesmo de comparecer a algum evento. E escolhe-os a dedo, na quantidade suficiente para não poder ser acusada de negligenciar as suas obrigações e, de preferência, sem a companhia do marido.
Naturalmente, das suas obrigações de consorte constam todos os acontecimentos de Estado que fazem parte da agenda de Alberto. Nomeadamente deslocações a outros países e visitas de dignitários estrangeiros ao Mónaco. Nessas ocasiões, a nova princesa monegasca tem feito aquilo que se espera dela com muito profissionalismo, aparecendo sorridente e impecavelmente elegante ao lado do príncipe. Mas percebe-se que o faz com algum esforço, pois os seus sorrisos são sempre de circunstância e sem qualquer brilho no olhar e a sua linguagem corporal, nomeadamente quando dá a mão a Alberto, é rígida e artificial.
Foi precisamente o que se viu quando, no início de outubro, os príncipes receberam no Palácio Grimaldi o presidente croata e a mulher, Ivo e Tatjana Josipovic, ou quando assistiram, dias depois, na Austrália, à final do Campeonato do Mundo de Râguebi, sentados ao lado do novo ministro francês dos Desportos, David Douillet. E será, certamente, o que se pode esperar da visita que os recém-ca-
sados farão por estes dias ao Ca-nadá, onde Alberto inaugura, em Toronto, a 4 de novembro, uma exposição consagrada à sua mãe, Grace Kelly.
Já no que diz respeito a acontecimentos de menor importância protocolar, as aparições conjuntas dos príncipes têm sido raríssimas. Como, aliás, publicávamos há duas semanas, o papel de primeira-dama do Rochedo continua a ser assegurado quase na totalidade pela princesa Carolina, que se desdobra entre eventos de solidariedade, galas, inaugurações e estreias de espetáculos, ora sozinha, ora ao lado do irmão.
A atitude desapaixonada com que Charlene tem assumido as suas novas fun-ções só tem vindo a confirmar tudo o que se disse por ocasião do casamento. Fosse o que fosse que a ex-nadadora olímpica descobriu imediatamente antes de subir ao altar, a verdade é que isso a fez sofrer uma grande desilusão. E que alterou completamente o seu comportamento. A Charlene algo tímida e ingénua, que dedicava ao seu príncipe olhares embevecidos, deu lugar, primeiro, a uma noiva triste e algo anestesiada e, depois, a uma mulher desencantada e fria para o marido. E, diz-se no principado, decidida a vingar-se do desgosto e da humilhação que sofreu por ocasião do seu matrimónio, usufruindo plenamente de todos os benefícios do seu atual estatuto sem se sacrificar demasiado por ele.
A ser verdade que a jovem quis fugir do Mónaco dias antes do casamento e que foi impedida de o fazer pelo aparelho de Estado monegasco – de forma a evitar o escândalo de dimensões inimagináveis que cancelar o casamento do soberano nas vésperas da data marcada implicaria – e obrigada a assinar um contrato pré-nupcial que lhe dá privilégios financeiros vitalícios, mas lhe tira a liberdade durante cinco anos e a força mesmo a ser mãe, é mais do que compreensível que Charlene se tenha tornado cínica e calculista. E que agora aproveite ao máximo todas as vantagens que a sua prisão de luxo lhe dá: uma vida de festas, roupas dos mais famosos costureiros, joias valiosas, viagens pelo mundo inteiro e contactos com algumas das figuras mais emblemáticas do panorama mundial. Muitas destas coisas partilhadas com a sua família de origem, pois os pais, Michael e Lynette Wittstock, e os dois irmãos, Gareth e Sean, trocaram a África do Sul pelo sul de França, alegando que queriam estar perto dela. Entretanto, começaram a desenvolver negócios que, sob a proteção do príncipe Alberto, se adivinham desde já bem sucedidos...

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