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9 factos sobre Mako do Japão, que, por amor, está disposta a deixar de ser princesa

Mako anunciou o noivado em setembro de 2017.

CARAS
8 de fevereiro de 2018, 10:41

A princesa Mako do Japão tornou-se mediática na imprensa nacional e internacional por ter anunciado que ia casar com um plebeu, o que a abriga a abdicar do título de princesa. Recentemente, voltou às luzes da ribalta, desta vez por ter decidido atrasar o casamento, que estava inicialmente previsto para este ano, mas que afinal só se vai realizar em 2020.

Apesar de ser uma figura muito conhecida no Japão, no ocidente pouco se sabe sobre ela. Afinal, quem é a princesa Mako?

1. É membro da Família Imperial Japonesa

A princesa Mako de Akishino nasceu a 23 de outubro de 1991. Tem 26 anos, é a filha mais velha do príncipe Fumihito e da princesa Kiko de Akishino, e neta mais velha do Imperador Akihito. Tem dois irmãos mais novos, a princesa Kako e o príncipe Hisahito. É sobrinha do príncipe Naruhito, o primeiro na linha de sucessão ao trono. O seu pai e o seu irmão mais novo, ocupam o segundo e o terceiro lugar na linha da sucessão. Isto acontece porque apenas os homens podem ser herdeiros do trono japonês.

2. Ao casar com Komuro, terá que abdicar do título.

As mulheres que pertencem à família imperial japonesa não podem casar com homens que não sejam da realeza, se quiserem manter o seu estatuto. Assim, com o casamento marcado com Komuro, a princesa, que agora é conhecida como "Sua Alteza Imperial Princesa Mako de Akishino", passará a ser plebeia, tal como o futuro marido.

3. É impossível ser herdeira do trono.

As mulheres não podem herdar o trono japonês, facto que tem trazido alguns problemas à Casa Imperial, dado que cada vez são mais as figuras femininas que deixam de fazer parte da mesma. Cada vez que uma mulher decide casar com um plebeu, perde o estatuto e é excluída da família imperial, facto que se estende aos futuros filhos que esta venha a ter. O noivado e eventual casamento de Mako com Kei Komuro reabriu o debate sobre a necessidade de alteração desta lei, que vigora desde 1947. Assim que se casar, o número de membros da família Imperial descerá para 18, sendo que, destes, apenas quatro são homens, o que significa que é este o número de possíveis sucessões ao trono.

4. Mako e Kei Komuro conheceram-se na Universidade

O casal conheceu-se quando participava num evento académico num restaurante em Shibuya, Tóquio, há cerca de seis anos. Os dois estudavam na Universidade Internacional Cristã de Tóquio, onde Mako se formou em Herança Artística e Cultural.

5. A princesa estudou no estrangeiro como uma 'aluna normal'

Em 2014, Mako rumou a Inglaterra, para estudar na Universidade de Leicester, mas não quis ser reconhecida. Por isso, a Casa Imperial não fez nenhum comunicado sobre o paradeiro da princesa, dando a esta a possibilidade de viver numa residência de estudantes e ser uma aluna comum. Apenas os colegas japoneses a reconheceram, mas nunca a incomodaram. Em Inglaterra, Mako fez um mestrado em Museologia. Além desta universidade, a princesa já tinha frequentado anteriormente duas outras universidades estrangeiras, em Dublin, em 2010, e em Edimburgo, em 2012.

6. Mako de Akishino foi estagiária

Ainda em Inglaterra, a princesa Mako decidiu estagiar dois meses no Museu Conventry, e, ao The Independent, a princesa disse que esta se revelou uma "ótima experiência."

7. Mako é poliglota

Tal como a mãe, a princesa Kiko, Mako fala inglês e alemão, tendo até passado uma temporada em Viena, na Áustria. Se salientar que a mãe fez uma parte do seu percurso escolar também na capital austríaca..

8. Há rumores de que o casamento foi adiado por problemas financeiros da parte do noivo

Veio a público que existe uma discussão entre a mãe de Kei Komuro e o seu ex-companheiro. O motivo é o facto de a mãe do noivo ter pedido dinheiro ao antigo companheiro para pagar as propinas do filho, nomeadamente de um semestre que este fez no estrangeiro, e nunca lhe ter devolvido o dinheiro. No entanto, já foi emitido um comunicado que veio desmentir estes rumores, onde se refere que o atraso do casamento nada tem que ver com esta questão.

9. Para já, o casamento mantém-se

O casal tinha planeado inicialmente contrair matrimónio em novembro deste ano, mas decidiu adiá-lo para 2020. Para isso, a princesa alegou "falta de preparação", acrescentando ainda: "Acreditamos ter apressado várias coisas. Quero pensar no matrimónio de maneira mais profunda e concreta e ter tempo suficiente para preparar a nossa boda e a vida depois dela." Assim, o casamento só se vai concretizar depois da abdicação do Imperador Akihito, seu avô, que está marcada para abril de 2019.

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