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Como educam Kate e William os seus filhos

Apesar do nível de vida privilegiado, os Duques de Cambridge querem que George e Charlotte tenham uma infância o mais normal possível.

CARAS
26 de janeiro de 2018, 13:00

Longe da rigidez de outras épocas, os Duques de Cambridge assumem-se como pais atentos, presentes e 'modernos'.

A começar, a questão das amas - William e Kate optaram por não ter uma ama nos primeiros meses de vida de George. Quem ajudou a recém-mamã a lidar com a nova fase foi a mãe de Kate, Carole, e o casal mudou-se com o recém-nascido para casa dos sogros nas primeiras semanas. Atualmente, é Maria Teresa Turrion Borrallo quem cuida do príncipe George e da irmã Charlotte, na ausência do Duque e Duquesa de Cambridge. O contacto diário com a ama promoveu a aprendizagem do idioma hispanico por parte das duas crianças. A mãe já revelou inclusive que o filho já sabia contar até 10 em espanhol.

No que há escola diz respeito, o que Kate deseja é que a experiência dos filhos seja o mais normal possível. Ambos os filhos entraram na creche com dois anos e são os pais a irem levá-los e buscá-los. Uma outra mudança naquele que foi até agora o protocolo real é o facto de George frequentar, com quatro anos, a Thomas's Battersea School, destinada a rapazes e raparigas, ao contrário de William e Harry, que andaram na Wetherby School, uma instituição de ensino exclusivamente para rapazes. Por outro lado, a educação é valorizada, nomeadamente a desportiva, com Charlotte, de três anos, a ter já lições de ténis, o desporto preferido da mãe.

Notório é o esforço de Kate e de William para escudarem os mais pequenos de uma exposição mediática excessiva. Apesar de haver situações de natureza mais oficial em que os filhos estão presentes, os Duques de Cambridge tentam ao máximo proteger a privacidade das duas crianças, tendo inclusive escrito uma carta dirigida aos media a pedir que respeitem o espaço de Charlotte e George.

No que a diz respeito a manter os pequenos entretidos nos aviões, Kate e William recorrem a ipads. O pai já revelou inclusive que o filho é fã da Porquinha Pepa, embora agora esteja a 'mudar' para o Bombeiro Sam e que 'obriga' os pais a verem com atenção os desenhos animados. "Fica muito aborrecido quando não mostramos a devida atenção às personagens”, revelou William.

‘Nada de excessos’ parece ser também um princípio importante na educação dos filhos. Todos os anos, principalmente desde que as crianças nasceram, chegam ao palácio de Kensington milhares de presentes, mas fonte próxima da realeza revelou à revista US Weekly que a maioria é entregue a instituições de caridade. Os príncipes tiveram obviamente direito a algumas das prendas, mas não foram "inundados" de brinquedos, já que os pais, declara a mesma fonte, "são extremamente cuidadosos" e receiam que o consumismo que se faz sentir no Natal seja uma má influência para crianças que já vivem em muito boas condições.

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