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O estilo de Diana: De noiva ingénua a ícone de moda elegante e sofisticado

Nos primeiros anos, Diana era tão insegura a vestir-se como nas atitudes, mas quando se divorciou revolucionou também o seu guarda-roupa.

Ana Paula Homem
26 de agosto de 2017, 15:00

No pós-divórcio, Diana transformou-se numa mulher tão livre e sem medos que passou a só fazer o que queria. E isso viu-se, também, no seu aspeto exterior. Se nos anos em que fez parte da família real era tão insegura na atitude como no estilo de vestir, que oscilavam entre o demasiado infantil e o demasiado senhoril, a experiência de vida e a maturidade tornaram-na capaz de escolhas muito mais elegantes, muitas de griffes internacionais famosas – o seu guarda-roupa passou a incluir peças de Versace, Valentino, Dior ou Chanel –, reveladoras de uma personalidade muito mais vincada do que aquela que transmitiu até se separar.
Como era suposto para uma jovem de 19 anos, antes do noivado com Carlos Lady Diana Spencer vestia-se de forma descontraída e juvenil – jeans, camisolas em jackard de lã grossa, botas de borracha –, mas quando se casou, a Casa Real tratou de rapidamente lhe dar um toque mais... real.
Demasiado insegura e tímida para se impor completamente, Diana terá deixado que escolhessem a sua roupa, sobretudo os vestidos de noite. Muitas vezes saídos das mãos dos costureiros que vestiam a sogra e algo clonados dos que Isabel II usava.
Como se isso não bastasse, estávamos em plenos anos 80 – que as tendências recentes têm replicado – com tudo o que isso significou em termos de moda: ombros largos, saias amplas abaixo do joelho, muitos plissados e folhos enormes, flores e bolas em abundância, mangas tufadas, inspiração militar e cores ora demasiado pastel, ora demasiado fortes. Looks que muitas vezes a princesa completava com penteados armados que a envelheciam tremendamente.
Aos poucos, porém, a crisálida foi-se transformando em borboleta. De regresso à vida “civil” num tempo em que a moda apostava sobretudo na simplicidade, Diana optou por um estilo elegante, feminino e sofisticado – o mesmo será dizer que as saias subiram, os decotes desceram e a escolha de cores se tornou mais vibrante – que valorizava a sua silhueta esbelta, e adquiriu uma postura corporal muito mais sensual.
Uma imagem que condizia em absoluto com a sua nova forma de estar: a de uma mulher independente, que finalmente, aos 30 anos, estava de bem com a vida.

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