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William e Harry lembram última conversa com a mãe

Os príncipes falam do último telefonema de Diana antes do acidente que lhe tirou a vida em agosto de 1997, quando tinha 36 anos.

CARAS
24 de julho de 2017, 12:46

No documentário que assinala os 20 anos da morte da princesa Diana, os seus filhos, William e Harry, falam abertamente sobre este momento trágico da sua vida e recordam, entre muitas outras coisas, a última conversa telefónica que tiveram. Assumindo que o luto foi um processo difícil e que só agora conseguem exprimir os seus sentimentos, os príncipes lembram “a melhor mãe do mundo” e lamentam não ter-lhe dado mais atenção na derradeira oportunidade que tiveram para falar com ela.
Na altura, Harry tinha 12 anos e William 15 e a 31 de agosto de 1997 encontravam-se de férias em Balmoral, uma propriedade da rainha Isabel II na Escócia, com a família real, enquanto a mãe estava em Paris, França, com o namorado, o empresário egípcio Dodi Al-Fayed. "O Harry e eu estávamos desesperados para dizer adeus, até logo, vamos andando. Se soubesse o que iria acontecer de certeza que não teria sido tão indiferente. Mas aquela conversa telefónica pesa-me na memória", confessou William, lembrando que, tanto ele como o irmão, apressaram o fim do telefonema para poderem continuar a brincar com os primos.
No documentário Diana, Our Mother: Her Life and Legacy - em português, Diana, a Nossa Mãe: Vida e Legado -, que será exibido esta segunda-feira, 24 de julho, às 21h00, no canal britânico ITV, o filho mais velho de Carlos de Inglaterra e Diana diz ainda que a notícia da morte da mãe se abateu sobre ele “como um terramoto”. O irmão, por sua vez, assume que não percebeu o que aquilo realmente significava e que durante as cerimónias fúnebres que mobilizaram milhões de pessoas em todo o mundo, se sentia impressionado porque ele próprio não estava a sentir aquela emoção. "Como é que tantas pessoas que nunca conheceram esta mulher, a minha mãe, podem estar a chorar e mostrarem mais emoção do que aquela que estou a sentir?", diz ter perguntado a si próprio muitas vezes.
Enquanto folheiam um álbum com fotografias inéditas com a ‘princesa do povo’, recordam-na como uma pessoa divertida e que adorava pregar-lhe partidas. William, que já é pai de George e Charlotte, de quatro e dois anos, respetivamente, diz ainda que são esses momentos de carinho e alegria que tenta passar para os seus filhos quando fala da “avó Diana”.
Embora tenham acedido a este convite de abrir o seu coração para homenagear a mãe, pela primeira vez de forma tão privada, William e Harry garantem que não voltará a repetir-se. "Não o faremos outra vez. Não falaremos tão aberta e publicamente sobre ela outra vez, porque temos esperança de que este filme dê o lado dos amigos próximos e da família que ainda não tinham conhecido, daqueles que a conheciam melhor e daqueles que querem proteger a memória dela e recordá-la como a pessoa que era. Vinte anos depois, Harry e eu sentimos que era o momento apropriado para nos abrirmos um pouco mais sobre a nossa mãe", explica o marido de Kate Middleton.

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