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Carlos de Inglaterra acreditava que “aprenderia a amar” a princesa Diana

Mais revelações polémicas em nova biografia.

CARAS
5 de abril de 2017, 15:20

Após anos de especulações e de rumores de traição, o fim do casamento do príncipe Carlos com Diana de Gales, em 1996, não surpreendeu. Há muito que se sabe que os dois não casaram por amor, uma vez que o herdeiro da coroa britânica sempre foi apaixonado pela sua atual mulher, Camilla Parker Bowles, com quem terá sempre mantido uma relação extraconjugal. Agora, uma nova biografia do filho de Isabel II de Inglaterra refere que este acreditava que “aprenderia a amar” a futura mulher quando decidiu pedi-la em casamento.
Recorde-se que Carlos e Diana se casaram em julho de 1981, após um ano de namoro. De acordo com Sally Bedell Smith, autora da obra, o casal terá tido poucos encontros entre o verão de 1980 e fevereiro de 1981, quando o noivado foi anunciado. “Ele estava obviamente angustiado e pensava que era alguém que ele aprenderia a amar com o tempo. Pensou nos avós, que não tinham uma história encantadora de amor para contar, mas que conseguiram construir um casamento sólido, e acreditou que também ele conseguiria”, explica a escritora à revista People.
Nesta altura, o herdeiro do trono inglês já tinha tido várias namoradas e perante a pressão do pai para fundar a sua própria família, decidiu-se por Diana, que acabou por não ter grandes oportunidades de conhecer o futuro marido antes do casamento. “Fiquei surpreendida quando vi que eles só tinham estado juntos 12 vezes. Depois de ficarem noivos, ele foi esteve fora durante seis semanas. Ele estava preso à agenda oficial e ela queria tê-lo por perto. Ela tinha tido uma infância complicada, marcada pelo divórcio dos pais e tinha algum receio de cometer os mesmos erros. Diana nunca teria conseguido o estatuto que tinha se não se tornasse princesa, mas isso acabou por ser o pior que podia ter-lhe acontecido”, adianta Sally Bedell Smith.
A autora está convencida que o casamento estava condenado ao fracasso desde o início, embora não culpe apenas o príncipe Carlos por isso: “Não digo que ele seja um hipócrita. Ele achava mesmo que viria a amar Diana, da mesma forma que os avós aprenderam a amar-se e tiveram um casamento bem-sucedido. O problema é que Carlos e Diana não eram compatíveis. Além da diferença de idades (ele tinha 31 anos e ela 19), ambos eram instáveis emocionalmente. O fim estava escrito desde o momento em que trocaram alianças, era só uma questão de tempo”.
Carlos e Diana tiveram dois filhos: William e Harry, hoje com 34 e 32 anos, respetivamente.

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