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Guarda-costas de Diana de Gales faz novas revelações sobre a morte da princesa

Ken Wharfe diz que o acidente que vitimou Diana, em agosto de 1997, podia ter sido evitado.

CARAS
4 de abril de 2017, 15:14

Passados 20 anos da morte de Diana de Gales num trágico acidente de viação em Paris, as teorias em torno do que aconteceu realmente naquela noite continuam a encher livros e páginas das revitas internacionais. Um homem muito próximo da princesa culpa agora a equipa de segurança que se encontrava com a princesa por não ter interferido no momento certo.
O seu nome é Ken Wharfe e foi guarda-costas da princesa do Povo durante seis anos, até se despedir em 1993, quatro anos antes da morte de Diana. Hoje, o oficial diz que, se ele e a sua equipa estivessem a trabalhar com a princesa em 1997, a sua morte podia ter sido evitada. "Em nome de todos os profissionais do esquadrão de proteção do Met, quero dizer que nem [o guarda-costas] Trevor Rees-Jones nem qualquer um dos outros guarda-costas que serviram a princesa nos dois meses antes da sua morte eram do nosso departamento", escreveu Wharfe, num excerto das suas memórias, publicado pelo Daily Mail. "Continuo muito zangado porque esta equipa de 'guarda-costas' só a prejudicou", continuou.
Rees-Jones foi o único sobrevivente do acidente que vitimou Diana, o produtor de cinema Dodi Al Fayed, alegado namorado da princesa, e o motorista Henri Paul. O guarda-costas foi o escolhido pela família Al Fayed para proteger a princesa durante a viagem, mas Wharfe alega que ele não tinha sido informado pela polícia nem tinha conhecimento dos paparazzi como um inimigo a bater. Rees-Jones estava impedido de falar.
O antigo guarda-costas diz ainda que Rees-Jones devia ter intervindo quando Al Fayed tomou decisões de risco, como o facto de ordenar ao motorista que continuasse a conduzir, bem como deixar Dodi dizer ao motorista para conduzir mais rápido e assim ultrapassar os fotógrafos, apesar de este estar bastante embriagado.
Wharfe afirma ainda que a equipa de segurança devia ter pedido o apoio da polícia local francesa para protegerem o carro e que Rees-Jones devia ter insistido para que todos no carro colocassem os cintos de segurança. "Posso dizer, com certeza, porque tenho décadas de experiência policial, que a morte de Diana não foi um assassinato mas sim um acidente terrível que poderia ter sido evitado", lamentou Ken Wharfe. "Ela foi vítima dos erros do namorado e dos guarda-costas que estavam com ela".
Trevor Rees-Jones, por sua vez, disse sob juramento não ter lembranças concretas do acidente que vitimou a princesa de Gales já que, no momento da colisão, sofreu uma lesão cerebral. Durante uma investigação, Rees-Jones disse a um juíz que não estava feliz com os planos de Fayed naquela noite, mas que acabou por "se deixar ir". O antigo guarda-costas também escreveu um livro de memórias sobre o tempo em que serviu a princesa depois do pai de Al-Fayed, Mohamed, o ter culpado pelo acidente, mas não reagiu às acusações de Wharfe.
Segundo a Sky News, o livro de Ken Wharfe revela ainda que o único rumor que realmente magoou a princesa Diana foi dizerem que o pai biológico de Harry não era o príncipe Carlos. O antigo guarda-costas diz que a princesa teve um caso com James Hewitt, o homem que diziam ser o pai de Harry, mas coloca de lado essa hipótese, referindo que acredita que os rumores tenham sido espalhados por "amigos" do marido

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