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Kate Middleton cada vez mais segura no papel de princesa

Casada com William desde abril de 2011, perfeitamente integrada na família real e muito popular entre os ingleses, Kate tem mais um trunfo a seu favor: o facto de ter dado um herdeiro ao trono

Redação CARAS
19 de janeiro de 2014, 12:00

Aos 32 anos – celebrados no passado dia 9, na mais estrita intimidade familiar – Kate Middleton tem razões de sobra para sorrir: a três meses do terceiro aniversário do seu casamento com William, a duquesa de Cambridge é hoje um dos membros mais queridos da família real inglesa, tendo obtido 76 por cento de popularidade numa sondagem recente.
Olhada um pouco de lado nos primeiros anos do seu romance com o príncipe, por vir de uma família burguesa da classe média trabalhadora e não do seio de um clã aristocrático, Catherine conquistou os ingleses com mãos de veludo, de tal forma que estes estão hoje completamente rendidos aos seus encantos e poucos são já os que questionam o casamento morganático, com uma descendente de mineiros, daquele que um dia será rei de Inglaterra. Afinal, se a própria rainha Isabel II foi a primeira a dar o exemplo, dando a bênção à escolha do neto, quem se atreveria a ser mais papista que o Papa?
Curiosamente, e apesar de o namoro ter durado nove anos, a conquista de Kate foi quase do estilo “chegou, viu e venceu”. William quis de tal forma poupá-la ao excesso de exposição que a manteve o mais na sombra que pôde, pelo que quando foi anunciado o noivado a jovem Middleton era quase uma desconhecida para a opinião pública. Nesse tempo, porém, pôde preparar-se para tudo o que implica ser mulher de um futuro rei. Ainda assim, podia não ter sido capaz de se adaptar, nomeadamente, às peculiaridades da conservadora família real. Afinal, a sua antecessora nunca o conseguiu e vinha de uma família aristocrata. De facto, a princesa Diana nunca se mostrou integrada no seio dos Windsor, que não tinham a menor paciência para a insegurança e a instabilidade da primeira mulher de Carlos, considerando-a mimada e fraca de espírito.
Kate, pelo contrário, tem mostra­do sempre um autodomínio, uma segurança e um pragmatismo que lhe valeram desde logo a estima da família de William e, aos poucos, a dos súbditos. Até hoje, não houve um verdadeiro faux pas a criticar-lhe, e em todas as ocasiões tem revelado um extraordinário à-vontade para lidar com o circo mediático que a rodeia. Sempre comedida a falar, a duquesa de Cambridge nunca perde o sorriso e o brilho de saudável malícia no olhar, cativando facilmente quem lida com ela graças à sua personalidade extrovertida e afável.
Mesmo durante a gravidez, à exceção do momento em que teve de ser internada com uma crise grave de enjoos, nunca se mostrou incomodada, caprichosa ou menos bem-humorada. E essa endurance de rapariga sã é uma das características que os ingleses em geral adoram nela.
Tendo em conta que está em permanente ‘exibição’, o toque de juventude, frescura e elegância que trouxe a uma instituição que há muito precisava de arejar os salões e remodelar o guarda-roupa é outra importante mais-valia da nora de Carlos (cuja mulher, Camilla, não é propriamente uma referência em termos de elegância e bem vestir). Com um estilo muito próprio, que é chique sem deixar de ser descontraído q.b. para a sua idade, Kate, que se recusa a ter um consultor de imagem, tem feito quase sempre escolhas acertadas em termos de visual. Mesmo misturando roupa de marca com peças de cadeias de pronto-a-vestir barato, é um incontornável ícone de moda no seu país.
Claro está que o facto de William parecer genuinamente feliz ao lado da mulher é uma das cartas mais fortes que Catherine tem na mão. Depois dos vários divórcios protagonizados pela anterior geração da família, e, sobretudo, depois dos dramas que marcaram o casamento e a separação de Carlos e Diana, os ingleses só podem aprovar uma mulher que dá estabilidade emocional ao seu príncipe.
“Last but not least” é o facto de ter assegurado a sucessão do trono, dando à luz, em julho, um bebé forte e saudável – George pesava ao nascer 3,8kg. A maternidade consolidou em definitivo o seu estatuto de princesa. Que depois de viver os primeiros tempos de casada numa quinta em Anglesey, onde manteve um estilo de vida quase normal, até já tomou posse do apartamento 1A de Kensington Palace. Quatro andares remodelados a seu gosto (as obras demoraram 18 meses e custaram 1 milhão de libras) onde agora é rainha.

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