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D.R.

A primeira entrevista do príncipe William depois de ter sido pai

George nasceu a 22 de julho e o duque de Cambridge conta que a sua vida já mudou de diveresas formas. Leia a entrevista à CNN.

Redação CARAS
20 de agosto de 2013, 12:06

William deu a sua primeira entrevista após o nascimento de George, a 22 de julho, à CNN, como parte de um documentário que a estação televisiva está a fazer sobre o duque de Cambridge e que irá para o ar a 16 de setembro.
O príncipe contou a Max Foster que a sua vida ao lado do filho e da mulher, Kate Middleton já mudou: “As últimas semanas têm sido uma experiência emocional muito grande. Algo que eu nunca pensei sentir. E passou pouco tempo, mas acho que muitas coisas me afetam de forma diferente agora”.
Como foi à saída do hospital, quando apresentaram o vosso filho, o príncipe George?
-
Fiquei um pouco admirado e chocado. Mas acho que eu e a Catherine estávamos tão entusiasmados com o George que ficámos felizes por mostrá-lo a quem o quisesse ver. E como qualquer pai sabe, queremos mostrar o nosso filho e dizer que ele é o mais bonito e o melhor em tudo.
Estava confortável?
-
Sim… Não é uma posição na qual eu goste particularmente de estar sempre, mas é algo que tenho de fazer. É agradável que as pessoas queiram ver o George, por isso foi bom ele não estar aos gritos! (risos)
Quando saiu com a cadeirinha e a pôs no carro, pareceu estar muito à vontade!
-
(risos) Não foi a minha primeira vez. Tive de praticar. Estava com receio de deixar cair a cadeirinha, ou que não conseguisse fechar bem a porta. Pratiquei antes, mas foi só uma vez.
E a sua decisão de conduzir o carro à saída do hospital…
-
Isso foi o mais enervante para mim, ter a minha família no carro. Eu quero ser o mais independente possível. Tal como a Catherine e o Harry. Nós crescemos de forma diferente das outras gerações e eu sinto que se posso fazer algo sozinho então tenho de fazê-lo. Há situações em que não posso, ou que não é apropriado. Mas conduzir o meu filho e a minha mulher depois de sairmos do hospital foi muito importante para mim. E não gosto de muita agitação e confusão, por isso foi mais fácil ser eu a fazê-lo.
Interpretámos essas imagens como as de uma monarquia moderna. É isso ou foi apenas a forma como quiseram fazer as coisas?
- Eu faço as coisas da maneira que sei. Se for a maneira certa, ótimo, se for a errada então irei tentar fazer melhor na próxima vez. Sou bastante defensor daquilo em que acredito e tenho pessoas fantásticas que me dão muito apoio e conselhos.
Como está o bebé?
-
Ele é um pouco malandro, digamos assim. Lembra-me ou eu ou  o meu irmão quando éramos pequenos. Mas está muito bem e gosta que lhe andem sempre a trocar a fralda…
Trocou a primeira fralda?
-
Sim, não me deixaram escapar. Tinha todas as parteiras a olhar para mim e a dizerem que eu tinha de fazê-lo. Ele está a crescer depressa, é um pequeno lutador e mexe-se muito. Não quer dormir muito, o que é um problema.
Está acordado à noite, portanto…
-
Um pouco. Não tanto como a Catherine. Ela está a fazer um trabalho fantástico.
Como é que ela está?
-
Está muito bem. Ela e a o pequeno George são as minhas prioridades.
E como se sente com o regresso ao trabalho?
-
Bem. Como alguns pais sabem, estou enstusiasmado por voltar ao trabalho. (risos)
E poder dormir…
-
E dormir, exatamente. Por isso espero não ter muitas missões noturnas.
Vai tentar passar ao príncipe George a sua paixão por África?
-
Talvez. Para já acho que vou sussurrar-lhe coisas ao ouvido. Dar-lhe elefantes e rinocerontes de peluche e decorar o quarto com arbustos, como se ele crescesse no mato. Mas para já o único legado que quero passar-lhe é o de dormir mais e não ter de trocar tantas fraldas!

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