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Filho de Kate e William não terá berço de ouro e sim de simples verga

No último fim de semana de abril, ou seja, quando faltavam dois meses e meio para o termo da gravidez, Kate foi com a mãe, Carole Middleton, comprar o berço do filho a uma loja de roupa e acessórios de bebé no chique bairro londrino de South Kensington. A escolha recaiu numa alcofa de verga que custou 300 euros.

Redação CARAS
21 de junho de 2013, 11:45

Seja rapaz ou rapariga – os futuros pais garantem que só querem saber o sexo no momento do parto – o filho que Kate e William esperam, e cujo nascimento, diz a imprensa inglesa, está previsto para dia 13 de julho, não terá um berço de ouro. É de simples verga a alcofa onde será embalado este futuro rei ou rainha (recorde-se que a lei inglesa foi recentemente alterada no sentido de a sucessão ser assegurada pelo primogénito, independentemente do sexo), que viverá os seus primeiros tempos de vida como um mero plebeu.
Confirmando que na família real a tradição já não é o que era, Kate decidiu que o seu filho não ficará aos cuidados de uma enfermeira especializada em puericultura, como sempre aconteceu com os Windsor, e sim aos seus. Mas como tem a noção da sua inexperiência no que diz respeito às exigências  de um recém-nascido, decidiu que passará o pós-parto (um período que deverá ser de pelo menos seis semanas) em casa dos pais, onde poderá contar com a preciosa ajuda da mãe, Carole Middleton, que criou três filhos.
Depois de um início de gravidez um pouco atribulado, devido a uma forma severa de enjoos, a mulher do príncipe William melhorou consideravelmente e passou a cumprir a sua agenda oficial com a dedicação que já revelara antes, e exibindo sempre um sorriso de evidente felicidade. Agora, porém, com o termo da gestação a aproximar-se, e apesar de continuar em excelente forma, a duquesa de Cambridge prepara-se para abrandar o ritmo e dedicar o próximo mês e meio a ultimar os preparativos necessários para a chegada do bebé.
A compra do berço, no entanto, já foi feita, numa manhã de compras em que teve a companhia – e os conselhos – da mãe. Após uma hora passada na Blue Almonds, uma loja de roupa e acessórios para bebés no elegante bairro londrino de South Kensington, a futura mãe acabou por escolher uma muito simples e tradicional alcofa de verga branca (a que os ingleses chamam Moses basket, numa alusão ao cesto onde Moisés foi deixado nas águas do rio Nilo), cujo valor ronda os 300 euros. Adiante-se que, tal como acontece com os vestidos que Kate escolhe, este tipo de alcofa esgotou de imediato na maioria das lojas inglesas.
Certamente para estarem à altura de receber em sua casa um neto cujo futuro se adivinha majestoso, os Middleton mudaram-se recentemente para uma mansão georgiana com 20 assoalhadas, pela qual pagaram cerca de 5,7 milhões de euros, na região onde já viviam, em Bucklebury, na região de Berkshire.
Quando se sentir suficientemente à vontade no seu papel de mãe, Kate já não deverá regressar a Anglesey, pois William já anunciou que pretende deixar a Royal Air Force para se dedicar mais à família e às suas obrigações oficiais de príncipe.
O casal espera que por essa altura as obras da sua futura residên­cia londrina, o apartamento A do Palácio de Kensington, que se atrasaram, pois foi descoberto um isolamento de amianto que tem de ser retirado, estejam final­mente prontas. Nesta casa com 50 divisões, das quais 20 quartos, e cuja decoração Kate está a su­pervisionar, o mais aguardado bebé de Inglaterra terá, então, todo o luxo e conforto dignos de um bisneto de Isabel II.

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