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Retrato de Kate considerado horrível pelos críticos de arte

Paul Emsley, vencedor do prémio da National Portrait Gallery em 2007, foi o pintor escolhido por Kate para fazer o seu primeiro retrato oficial. Na apresentação, no passado dia 11, Kate disse-se encantada com o resultado, mas a opinião geral é que a obra não faz justiça à beleza e juventude da duquesa.

Redação CARAS
20 de janeiro de 2013, 10:00

Na última segunda-feira, dia 14, a Casa Real britânica confirmou num comunicado que o primeiro filho de Kate e William nasce em julho e deixou claro que não são gémeos, ao contrário do que se especulou. Tudo indica, portanto, que a duquesa de Cambridge já terá feito a ecografia das 12 semanas e que tudo estará a correr pelo melhor. Por isso, foi com notória boa disposição que, três dias antes, Catherine descerrou o seu primeiro retrato oficial, na sala da National Portrait Gallery de Londres dedicada à família real. Na presença do autor do retrato, o pintor Paul Emsley, a duquesa e o príncipe William observaram longamente o quadro e mostraram-se encantados com o resultado do trabalho do conceituado retratista, que em 2007 venceu o prémio anualmente atribuído por aquele museu. “É incrível, realmente penso que é genial”, declarou Kate, enquanto William opinou: “É bonito, muito bonito.”
Se a reação do jovem casal foi genuína ou apenas diplomaticamente correta, isso dificilmente se saberá. Quanto à opinião pública, essa tem-se revelado bem diferente. Raramente consensuais, os críticos de arte bradaram em uníssono perante aquilo que consideram uma injustiça à beleza e expressividade de Catherine. Todos foram unânimes em declarar que a mulher que se vê no quadro parece muitos anos mais velha que a duquesa de Cambridge. E enquanto uns destacaram o facto de a pincelada de Paul Emsley ter tornado os traços de Kate mais duros, o olhar menos vibrante e o cabelo mais baço, outros foram ao ponto de dizer que o quadro é “putrefacto”, “sombrio”, uma “real trapalhada”, e que a retratada parece uma “criatura malévola saída de um episódio da saga Crepúsculo.
A seis meses de ser mãe pela primeira vez, Kate não terá ficado muito indisposta com o assunto, uma vez que tem temas bem mais interessantes a que dedicar as suas reflexões. Um deles é o presente de nascimento antecipado que a rainha deu ao bebé: utilizando um dos instrumentos de poder extraparlamentar que tem ao seu dispor, a soberana alterou um decreto promulgado em 1917 pelo seu avô, Jorge V, que estipulava que os filhos varões do primogénito do príncipe de Gales receberiam o título de príncipes ao nascer, mas que as filhas não teriam direito a tal distinção. Agora, mesmo que Carlos seja avô de uma rapariga, esta será logo princesa. E, como a lei da sucessão está a ser alterada pelo governo de David Cameron, será também a sucessora da sua bisavó Isabel II.

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