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As vidas de William e Harry 15 anos depois da morte da mãe

O mais velho cresceu tímido e responsável, o mais novo mostra-se rebelde e irreverente.

Redação CARAS
4 de setembro de 2012, 16:12

William tinha 15 anos e Harry 12 quando perderam a mãe, o seu maior porto de abrigo, a pessoa que lhes mostrava a vida de várias perspetivas, que tanto se divertia com eles na Disneylândia como os incentivava a ajudar as pessoas mais carenciadas. A morte da princesa Diana, a 31 agosto de 1997, num acidente de automóvel em Paris, marcaria o início de uma nova etapa na vida de ambos e também o culminar de uma série de provas difíceis: o divórcio dos pais, o adultério do pai e a suposta instabilidade psicológica da mãe, que terá sofrido de bulimia. Experiências difíceis para qualquer criança, no caso deles ainda mais pesadas por causa da exposição pública.
Os príncipes cresceram aparentemente bem amparados pela família, sobretudo pelo pai, o príncipe Carlos, e pela avó, a rainha Isabel II, mas evoluíram para personalidades bem diferentes: educado para ser o futuro rei, o mais velho sempre mostrou serenidade, responsabilidade e uma timidez que parece ter herdado da mãe. Estudante exemplar, é piloto de busca e salvamento da RAF (Royal Air Force) e casou-se o ano passado com a namorada de longa data, Kate Middleton. Já Harry tem manifestado uma embaraçosa inclinação para a rebeldia e irreverência: recorde-se o facto de, aos 17 anos, ter assumido que gostava de beber álcool ou fumar marijuana, ou ter escolhido um uniforme nazi para uma festa de máscaras. Poderia esperar-se que o amadurecimento, assim como o facto de se ter tornado militar (combateu inclusivamente no Afeganistão), o tivessem tornado mais cauteloso, mas as últimas semanas mostraram que, aos 27 anos, Harry continua a arriscar: de férias em Las Vegas com amigos, convidou um grupo de raparigas para subir à suíte onde estava instalado. Depois, terá participado num jogo de strip-bilhar que o deixou nu e um telemóvel indiscreto fez fotos que rapidamente correram mundo, mostrando Harry abraçado a uma rapariga também nua.
Há quem se pergunte se o comportamento de Harry não será consequência de uma certa revolta pela morte da mãe. Mas a verdade é que o exemplo de William mostra que é possível ultrapassar um trauma tão doloroso sem pisar os limites...

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