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Kate Middleton: Ícone de moda, a duquesa é imitada em todo o mundo

Poucas horas depois de Kate ter comparecido à Missa de Ação de Graças do Jubileu de Diamante da rainha, na catedral de St. Paul, com este vestido da casa Alexander McQueen, uma réplica a preço muito mais acessível esgotou na loja ‘online’ onde era comercializada. E tem sido assim com tudo o que a duquesa veste.

Redação CARAS
23 de junho de 2012, 15:00

As fotos que vemos nestas páginas, tiradas no último dia das celebrações do Jubileu de Diamante da rainha Isabel II, tiveram um efeito imediato, que não se pode considerar inesperado: poucas horas depois de Kate Middleton ter aparecido em público com a toilette que escolheu para este dia – um vestido em renda da casa Alexander McQueen desenhado por Sarah Burton, a mesma que criou o seu vestido de noiva –, a loja online Asda viu as suas vendas subirem 35% à custa de um vestido em tudo semelhante a este modelo. Em tudo menos no preço: o vestido da futura rainha custa mais mil euros do que a versão que se pode comprar online, que fica em cerca de 30 euros.
Se neste caso não se pode dizer que a escolha de Kate esteja ao alcance da generalidade das bolsas, em muitas outras situações a duquesa de Cambridge tem optado por roupa de custo médio ou baixo (até de lojas como a Zara ou a Topshop), que rapidamente se torna hit de vendas (é comum os artigos esgotarem online escassas horas depois de a duquesa ter aparecido com eles). É o chamado ‘efeito Kate’, ao qual algumas publicações britânicas já conseguiram mesmo fazer corresponder um valor: cerca de dois biliões e meio de euros a favor da economia do país.
O fenómeno tem inspirado um sem-número de matérias jornalísticas e dado um novo fôlego aos negócios britânicos. Veja-se o caso da cadeia de lojas de roupa Reiss, que duplicou o volume de negócios (de cinco para dez milhões de euros) à custa dos vestidos que Kate tem escolhido para diversas ocasiões. A mesma curva ascendente verificou-se nas vendas dos sapatos LK Bennett (o famoso modelo fechado, com salto fino e ligeiramente compensado à frente), que a duquesa não larga. E o que dizer da venda de meias de senhora em tom nude, cujas vendas aumentaram 500% graças ao ‘efeito Kate’? Esta foi, aliás, uma moda verdadeiramente lançada pela duquesa, mas neste caso particular há uma explicação que vai para além do seu gosto pessoal: trata-se de uma regra de protocolo que toda a família real habitualmente respeita e que a jovem soube interpretar com o seu estilo pessoal.
Esse será precisamente o segredo de Kate: saber dar um estilo próprio a um guarda-roupa discreto, que, em geral, não se afasta muito do clássico chique não só no corte mas também nas cores, pois Kate opta sobretudo por azuis, beges, encarnado ou branco. Apostas seguras que beneficiam muito do facto de a duquesa apresentar, aos 30 anos, uma silhueta irrepreensível, que lhe permite abusar da roupa justa e de cintura marcada, dando um ar jovem a peças que poderiam ser usadas por pessoas mais velhas. E é a versatilidade do seu guarda-roupa, que privilegia a segurança em detrimento da ousadia, que a torna um ícone de moda: porque pode de facto ser imitada pelas mulheres de todo o mundo.

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