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Kate Middleton e William de Inglaterra

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Rex Features

Livro assegura que a família de Kate afinal não é nova-rica

Uma jornalista inglesa investigou o passado dos Middleton e diz que a fortuna que têm foi herdada 

Andreia Guerreiro
24 de abril de 2009, 21:49

A iminência do anúncio do noivado do príncipe William com Kate Middleton tem aumentado consideravelmente a curiosidade sobre a jovem, e tudo o que lhe diga respeito tem estado sob intenso escrutínio. E isso inclui os seus antepassados. Princess in Waiting, um livro da autoria da jornalista Claudia Joseph posto à venda este mês em Inglaterra, pretende responder a todas as dúvidas que possam surgir sobre a candidata a futura rainha de Inglaterra.
Princess in Waiting pretende, também, calar as más-línguas de certos círculos próximos da corte que, desde há cinco anos, quando se soube que Kate namorava com o príncipe, se têm empenhado, com snobismo, em tratar a jovem não só como commoner (plebeia), mas também como common (vulgar).
Recorrente nas conversas da alta sociedade inglesa é o tema da fortuna de Michael e Carole Middleton, que ainda há 20 anos viviam com os três filhos, Kate, de 27 anos, Pippa, de 25, e James, de 21, apenas com o ordenado de controlador aéreo dele (ela, que fora hospedeira de bordo, deixara de trabalhar quando os filhos nasceram), e hoje mantêm um elevado estilo de vida que dificilmente teria sido conseguido com a empresa online de venda de artigos para festas.
Além desta dúvida implícita sobre a honestidade da origem do seu dinheiro, o casal, que trocou a sua primeira casa geminada em Reading por uma luxuosa moradia no campo, no valor de 1,3 milhões de euros, pagou estudos em colégios privados e anos sabáticos aos três filhos, férias em destinos paradisíacos e comprou um apartamento de 780 mil euros para Kate no bairro chique de Chelsea, sendo, por tudo isto, acusado de novo-riquismo e arrivismo social. Kate e Pippa são, aliás, frequentemente tratadas por wisteria sisters - irmãs glicínia -, "muito decorativas e fragrantes e com uma capacidade feroz de trepar".
Foi esta ideia preconcebida que a autora do referido livro quis destruir. Para tal, mergulhou a fundo na genealogia dos Middleton, indo até ao séc. XVIII, mais precisamente a 1773, quando Frank Lupton, tetravô de Kate, fundou uma empresa têxtil que, alegadamente, terá dado origem ao dinheiro que a família hoje possui. Com uma profusão de dados - de datas de nascimentos, casamentos e criações de negócios até à causa das mortes e valores das heranças -, Claudia Joseph assegura que os Middleton não devem o seu dinheiro a chapelinhos e apitos para festas de anos, mas a um passado de gente trabalhadora e honesta e bem colocada na sociedade, que soube amealhar e deixar bem as gerações que se seguiram. É o caso dos pais de Kate.

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