Nas Bancas

Caso Nóos: Iñaki Urdangarín condenado a seis anos de prisão, infanta Cristina absolvida

O antigo basquetebolista estava acusado dos crimes de fraude fiscal e desvio de dinheiros públicos e a mulher de cumplicidade.

CARAS
17 de fevereiro de 2017, 11:37

Acabou-se a espera. Mais de três anos depois do início do Caso Nóos, em que Iñaki Urdangarín e outros 17 arguidos eram acusados de fraude fiscal e desvio de dinheiros públicos, foi conhecida a sentença. O genro do rei Juan Carlos de Espanha foi esta sexta-feira, dia 17, condenado a seis anos de prisão, e a infanta Cristina, julgada por cumplicidade, foi absolvida.
Cristina optou por ficar em Genebra, Suíça, onde vive desde o verão de 2013, e não viajou para Espanha para conhecer a sentença que resulta de um trabalho de quase oito meses da juíza Samantha Romero. Cerca de mil folhas de processo onde está definido o futuro dos 17 arguidos.
Diego Torres, o sócio de Iñaki Urdangarín, foi condenado a oito anos e meio de prisão.
À mesma hora a que a irmã ficava a saber que tinha sido absolvida e o cunhado condenado, o rei Felipe VI encontrava-se no Museu Thyssen, em Madrid, onde presidiu a um ato oficial. Para já, não houve qualquer comentário da sua parte à leitura da sentença do Caso Nóos, à semelhança do que aconteceu ao longo do processo, do qual optou por distanciar-se. O soberano retirou, inclusivamente, o título de duques de Palma à irmã e ao cunhado, para evitar que a Casa do Rei pudesse, de alguma forma, ser associada ao caso.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras