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Felipe Juan Froilán com a mãe, a infanta Elena

Felipe Juan Froilán com a mãe, a infanta Elena

Getty Images

Filho da infanta Elena deverá frequentar colégio interno no estrangeiro

Felipe Juan Froilán chumbou duas vezes no mesmo ano e estudar noutro país pode ter sido a solução encontrada para que o jovem obtenha melhores resultados.

Redação CARAS
21 de setembro de 2014, 19:35

Aos 16 anos, o filho da infanta Elena revela, como quase todos os adolescentes, a sua rebeldia, que se traduz sobretudo em desinteresse pelos estudos. Este verão, depois de ter chumbado duas vezes no mesmo ano, a infanta e o ex-marido, Jaime de Marichalar, decidiram colocar Felipe Juan Froilán em regime de internato no colégio religioso Sagrada Familia de Siguenza, privando-o de grande partes das férias para o castigar e também para ver se conseguia recuperar os maus resultados e passar de ano. Mas, de acordo com o jornal El Mundo, os 1500 euros gastos foram em vão e o jovem deverá agora ser enviado para um colégio interno no estrangeiro, já que a instituição que frequentava não permite que os alunos repitam três vezes o mesmo ano. “Para os pais foi uma grande maçada, mas também não foram apanhados de surpresa porque sabiam que a escola não permitia chumbar três vezes. Como tal, parecem estar decididos a enviar Froilán para um colégio interno no estrangeiro. Para já ainda se desconhece o local escolhido, apesar de inicialmente terem pensado em Inglaterra, onde o adolescente já estudou em 2010, e que tem a vantagem de ter escolas de prestígio e de ser relativamente perto e ter voos regulares [para Espanha]. A infanta Elena viajou para Londres no início de setembro para tratar desse assunto”, afirma fonte próxima da filha do rei Juan Carlos.
Recorde-se que Felipe Juan Froilán já tinha estado em Inglaterra durante um ano. Na altura tinha 13 anos e os pais tomaram essa decisão não para o castigar, mas para lhe proporcionar a experiência de viver noutro país e aperfeiçoar a língua. Contudo, e quando se pensava que terminaria o ensino secundário em Sussex, o jovem regressou a Espanha ao fim de um ano. “Froilán sofreu muito com o divórcio dos pais e do assédio mediático a que ele e a irmã [Victoria Federica] foram sujeitos, chegando mesmo a chorar compulsivamente sempre que um fotógrafo se aproximava. Tudo isso, juntando ao seu caráter rebelde, fez com que se pensasse que um afastamento seria benéfico. Mas a estadia não foi fácil, ele sentia muita falta da família, do país e dos pais, que o visitavam com alguma frequência, tal como a avó, a rainha Sofía. E como eles também tinham saudades dele decidiram que regressaria a Madrid no final desse ano escolar”, recorda a mesma fonte.
Nessa altura, o filho da infanta Elena parecia decidido a empenhar-se nos estudos, mas o incidente que sofreu quando praticava tiro com o pai e disparou sobre o próprio pé acabou por fazer com que se afastasse da escola durante o tempo de recuperação e chumbou. Decorria então o ano de 2012 e, no último ano escolar, o desinteresse acentuou-se e voltou a não obter aproveitamento. “Desde pequeno que o Froilán tem dificuldade em lidar com a disciplina imposta na escola. Tem qualidades, entre elas a nobreza e um grande coração, mas nos estudos sempre foi mau. Aos motivos referidos várias vezes – a separação dos pais e o acidente – junta-se a rebeldia típica de um adolescente, por isso talvez seja o momento certo para enviá-lo para um internato no exterior”, explicam os docentes.

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