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Juan Carlos confrontado com pedido de paternidade

O parlamento de Espanha prepara-se para definir o estatuto a aplicar a Juan Carlos, que perdeu a inviolabilidade jurídica, depois de ter abdicado, e se confronta com um pedido de reconhecimento de paternidade.

Lusa
21 de junho de 2014, 17:40

"Ele já não é inviolável e, segundo a lei, somos nós que temos razão", disse à AFP o advogado Francesc Bueno, que representa Alberto Sola Jimenez, o qual, nascido em 1956 em Barcelona, afirma ser filho ilegítimo de Juan Carlos.
Com 76 anos, Juan Carlos anunciou a sua abdicação, em 2 de junho, deixando o trono ao seu filho, Felipe VI, de 46 anos, que tomou posse na quinta-feira.
O princípio da inviolabilidade do rei, que interdita à justiça acusá-lo e julgá-lo, tinha sido invocado em 2012 para rejeitar dois pedidos na justiça de reconhecimento de paternidade, um dos quais o de Alberto Sola.
Na sexta-feira, o Partido Popular (PP), no poder em Espanha, anunciou que tencionava "resolver o mais depressa possível", ou seja, antes das férias parlamentares, as questões do estatuto jurídico de Juan Carlos.
"Vamos introduzir duas emendas com o objetivo de resolver uma questão de atualidade e de grande importância (...): o estatuto jurídico do rei Juan Carlos", disse à imprensa o porta-voz do grupo parlamentar do PP no Congresso dos Deputados, Alfonso Alonso.

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