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Ex-sócio de Iñaki Urdangarín implica infanta Cristina e Casa Real no caso Nóos

Diego Torres afirmou em tribunal que a filha do rei de Espanha tomava decisões no Instituto Nóos e que a Casa Real tinha conhecimento dos negócios do instituto.

Redação CARAS
17 de fevereiro de 2013, 12:44

Diego Torres testemunhou ontem, dia 16 de fevereiro, no Tribunal de Palma de Maiorca, no âmbito do Caso Nóos.
O ex-sócio de Iñaki Undargarín e o genro do Rei de Espanha estão acusados de fraude, falsificação de documentos e desvio de dinheiros públicos e Diego Torres declarou ao juíz que a infanta Cristina e o próprio rei Juan Carlos tinham conhecimento dos negócios no Instituto Nóos.
Diego Torres afirmou que a Casa Real espanhola supervisionou a atividade do instituto, tutelou os seus engócios e que a filha do rei e o seu assesor, Carlos García Revenga, tinham um papel decisório no instituto.
Durante sete horas, Diego Torres tentou provar a sua inocência nos alegados oito crimes de corrupção pelo qual é acusado e afirmou que todos os negócios que fez tinham o consentimento da Casa Real espanhola.
O ex-sócio de Iñaki revelou ainda que a defesa do genro do rei Juan Carlos tentou suborná-lo para que mantivesse o silêncio e assumisse toda a responsabilidade neste caso e o duque de Palma fosse ilibado.
À saída do tribunal o advogado de Iñaki Urdangarín desmentiu estas acusações.

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