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Iñaki Urdangarín

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Iñaki Urdangarín opôe-se ao pagamento de fiança de 8,1 milhões de euros

O duque de Palma defende que contratos do Instituto Nóos eram legais.

Redação CARAS
16 de janeiro de 2013, 13:02

Os advogados da acusação do caso Nóos pediram ao juiz que Iñaki Urdangarín e Diego Torres pagassem uma indemnização, a fim de compensar osprejuízos decorrentes do processo relativo ao desvio de fundos públicos doInstituto.
A acusação anticorrupção e a acusação do sindicato Mãos Limpas reclamaram ovalor de 8,1 milhões de euros de fiança pelo suposto desvio de 6,1 milhões dasadministrações regionais de Baleares e Valência entre 2004 e 2007, através doInstituto Nóos.
O advogado de Urdangarín, Mario PascualVives, apresentou esta terça-feira, no dia de aniversário do seu cliente,uma declaração por escrito na qual contesta a fiança de 8,1 milhões requeridapela acusação. Nela defende que os contratos do Instituto Nóos, gerido então peloduque de Palma e pelo seu ex-sócio, Diego Torres, eram legais e que Urdangarínnão cometeu nenhuma infração, já que ocupava apenas uma “função representativa”. Diego Torres também se opôs ao pagamento dessevalor.
Vives está confiante de que o juiz que instruiu o processo, José Castro, rejeite a fiançarequerida. O advogado também acrescentou que, por enquanto, não há nenhumcomprador interessado em adquirir o palacete que os duques de Palma puseram àvenda em Barcelona.

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