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Príncipe Frederico assume a regência da Dinamarca

A rainha Margarida regressa à vida pública a 11 de março.

CARAS
27 de fevereiro de 2018, 11:21

As últimas semanas têm sido complicadas para a família real dinamarquesa. Depois da morte do príncipe Henrique, a 13 de fevereiro, aos 83 anos, sucederam-se as cerimónias fúnebres, primeiro com a possibilidade de os dinamarqueses rumarem à Igreja do Palácio de Christiansborg para se despedirem do príncipe e depois, a 20 de fevereiro, com um funeral apenas para a família e amigos mais próximos de Henrique.

Em seguida, foi anunciado um período de luto, que se vai prolongar até ao próximo dia 14 de março e que só deverá ser interrompido devido a compromissos inevitáveis. Além disso, a rainha Margarida tomou a decisão de se retirar para repousar e, por esse motivo, o príncipe Frederico assumiu a regência.

A Casa Real anunciou que, desde esta segunda-feira, 26 de Fevereiro, até 11 de Março, será o príncipe herdeiro a encarregar-se dos compromissos reais. O próximo será um Conselho de Estado já na próxima quarta-feira, no Castelo de Christiansborg, seguido de uma audiência pública, agendada para o dia cinco de março.

Antes de se retirar da vida pública, a rainha escreveu uma carta aos dinamarqueses onde agradecia, em nome próprio e da família, o "afeto" que sentiram por parte dos cidadãos depois da morte de Henrique. Margarida da Dinamarca descreveu a atitude dos dinamarqueses como "comovente", agradecendo os "milhares de flores que, de forma espontânea, foram colocadas nos locais onde o príncipe gostava de ir." Para terminar, a rainha não se esqueceu de apontar o facto de muitas pessoas terem "desafiado o frio do inverno para dizer um último adeus ao príncipe Henrique, na capela do Palácio."

De salientar que, durante os dias dedicados às últimas despedidas, estiveram à disposição do público livros de condolências onde os cidadãos puderam deixar uma última mensagem ao príncipe. Também muitas crianças não quiseram ficar de fora das despedidas e expressaram-se da forma que melhor sabem: fizeram desenhos, que foram deixados nas várias residências pertencentes à família real.

"Ficámos profundamente emocionados e isso [as cartas e desenhos] foi fundamental para nos ajudar neste momento difícil", acrescentou ainda a rainha, na carta assinada pela própria, que dirigiu à população.

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