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As confidências de Marie da Dinamarca

A mulher do príncipe Joaquim falou da vida de princesa.

Redação CARAS
31 de dezembro de 2011, 13:41

A poucas semanas de sermãe pela segunda vez, Marie Cavallierdeu uma entrevista na qual falou da sua vida e das alterações que esta sofreudesde que se casou com o príncipe Joaquim,filho mais novo dos reis Henrique e Margaridada Dinamarca, a 24 de maio de 2008. Hoje Marie vive dedicada ao marido, aofilho de ambos, Henrik, de doisanos, e ao seu trabalho na luta contra a sida e garante que a vida de princesanão é igual à das histórias infantis. “Avida real de uma princesa é muito diferente da dos contos de fadas. O meumarido não era um sapo quando o beijei pela primeira vez. Hoje em dia asprincesas trabalham, são mais independentes nas suas decisões. É uma granderesponsabilidade representar a Casa Real. Queremos ajudar em tudo o que podemose trabalhar ao nosso país. É algo que faço com gosto”, disse a mulher dopríncipe Joaquim ao diário JyllandsPosten.
A princesa Marie falou ainda de como divide o seu tempo entre o Castelo de Schackenborg,no sul da Dinamarca, e Copenhaga, onde tem um apartamento no palácio deAmalienborg, onde vivem os reis. “Gostoda cidade e de ter contacto com muita gente, mas preciso de estar perto danatureza para me sentir protegida. Por isso é tão fantástico viver aqui. Vamosfrequentemente a Amalienborg para reuniões e compromissos oficiais. Sinto quetenho o melhor dos dois mundos”, contou. “Schackenborg é uma empresa que exige um grande esforço da nossa partee muito tempo. Além disso, tenho reuniões com as pessoas que ajudo e com osrepresentantes das instituições com as quais colaboro em todo o país eespecialmente em Copenhaga. Regra geral passamos muito tempo a viajar, pelo quequando estamos em casa há muito para fazer”, acrescentou ainda a nora darainha Margarida, antes de revelar que cozinhar e ler são algumas dasatividades preferidas da família.
Para finalizar, Marie Cavallier garantiu que o equilíbrio entre a sua vidaprofissional e o seu papel de mãe é fundamental. “É muito importante, porque uma mãe frustrada não pode ser uma boa mãe”,concluiu.

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