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Terá mesmo o rei Alberto da Bélgica uma filha ilegítima?

O caso está em tribunal e não parece favorável ao monarca.

CARAS
17 de maio de 2019, 15:27

Já saiu a sentença do caso de Delphine Böel, a mulher belga que colocou o rei Alberto em tribunal, alegando ser sua filha.

O tribunal de Bruxelas deu o seu parecer esta quinta-feira e não foi nada favorável para o monarca.

O rei da Bélgica está obrigado a fazer os testes de ADN para comprovar se Delphine é ou não sua filha e, caso recuse, fica obrigado a um pagamento diário de cinco mil euros à mulher.

A decisão do tribunal diz que o rei Alberto "deve informar o perito judicial após esta decisão, a fim de executar o que foi exigido no julgamento, na audiência de 25 Outubro de 2018. Se o rei Alberto II não o fizer, fica obrigado a pagar à Sra. Delphine Böel uma multa de 5000 euros diários”.

De acordo com o advogado do rei, esta medida não tem que ser cumprida enquanto houver um recurso pendente. A intenção do soberano e dos seus advogados é paralisar o processo, de forma a não ser obrigado a realizar os testes de ADN, algo que Delphine Böel tem vindo a pedir há já vários anos.

O advogado da mulher mostrou-se satisfeito com a decisão. "O tribunal ouviu nossa mensagem de que não é necessário esperar mais tempo para recolher as amostras de ADN, dada a idade do rei Alberto”, disse, considerando ainda a multa como sendo “irrelevante”.

Recorde-se que o monarca belga tem atualmente 84 anos.

O teste de ADN foi pedido pelo tribunal, depois de se provar que Jacques Böel, que está registado como progenitor de Delphine, não é o pai biológico da mulher.

O caso já remonta a 2013, quando a mulher entrou em tribunal pela primeira vez para exigir ao rei a realização dos testes de ADN.

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