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Máxima da Holanda quebra o silêncio após a morte da irmã: “[Ela] não conseguia encontrar alegria”

Visivelmente emocionada pela perda recente, falou pela primeira vez sobre Inés Zorreguieta.

CARAS
19 de junho de 2018, 16:24

Foi há apenas cinco dias que a rainha Máxima da Holanda regressou da Argentina, após o funeral da irmã mais nova, Inés Zorreguieta, que se suicidou aos 33 anos, no passado dia 6 de junho, no seu apartamento em Buenos Aires.

Ao lado do marido, o rei Guilherme, e das filhas Amalia, de 14 anos, Alexia, de 12, e Ariana, de 11, Máxima acompanhou a família no último adeus à sua irmã mais nova, menos de um ano depois de ter estado na Argentina para o funeral do seu pai, Jorge Zorreguieta, ex-ministro da Agricultura durante a última ditadura militar. A rainha cancelou a agenda na altura e está agora de regresso aos atos oficiais, ainda com Inés na lembrança.

“Estou feliz por regressar à agenda neste Centro, que significa muito para as pessoas que sofrem com cancro, que estão doentes mas não perdem a esperança da cura. A minha querida e doce irmã Inés também estava doente. Era incapaz de encontrar alegria e infelizmente não podia ser curada. O nosso único consolo é pensar que encontrou finalmente paz”, afirmou em visita à cidade de Groningen, durante a inauguração do UMCG Proton Therapy Center, o primeiro centro naquele país a oferecer terapia com recurso a protões.

A monarca aproveitou ainda a ocasião para agradecer todo o carinho que a sociedade e os meios de comunicação sociais holandeses lhe transmitiram neste momento difícil da sua vida pessoal e familiar.

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