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Máxima da Holanda: Novamente perfeita, agora no Médio Oriente

Numa visita ao Médio Oriente, que incluiu paragens nos Emirados Árabes Unidos e no sultanado de Omã, a princesa Máxima da Holanda mostrou-se profissionalmente à vontade e soube manter a elegância adequando os trajes à ocasião. A companhia perfeita para a rainha Beatriz, que sempre a protegeu, e para o marido, o príncipe Guilherme.

Redação CARAS
21 de janeiro de 2012, 10:00

Máxima da Ho­landa continua a ser um exemplo de profissionalismo no seu papel de princesa, como mostrou na recente visita aos Emirados Árabes Unidos e ao sultanato de Omã, onde esteve na companhia do marido, o príncipe Guilherme, e da sogra, a rainha Beatriz. O objetivo, como acontece geralmente com visitas desta natureza, era estreitar relações, nomeadamente comerciais, com o Médio Oriente. De caminho, a princesa deu mais uma lição de elegância e competência, adequando o guarda-rou­pa à situação: escolheu peças que a favoreceram e, ao visitar as mesquitas, teve o cuidado de se descalçar e cobrir a cabeça com um lenço. Opções idênticas fez, aliás, a rainha, o que lhe mereceu críticas do polémico Partido da Liberdade holandês, conhecido por ser racista e ‘islamófobo’, que considerou o gesto como uma manifestação de solidariedade para com uma religião que oprime os direitos das mulheres. A rai­nha logo reagiu, considerando despropositados os comentários e explicando o óbvio: que era apenas um sinal de respeito pela cultura do país que visitava.
Rainha e princesa continuam, portanto, a mostrar-se em sintonia, como tem acontecido desde que a argentina se juntou à família real holandesa, no seio da qual tem feito um percurso exemplar. Mãe de três filhas – Amalia, Alexia e Ariane –, Máxima consegue ser consensual, mesmo com o handicap que é o passado do pai, Jorge Zorreguieta, ministro da Agricultura durante a ditadura argentina de finais dos anos 70 e princípios dos 80 e suspeito de envolvimento (ou pelo menos de conhecimento) no desaparecimento forçado de dissidentes.
Recorde-se que logo na época do noivado com o príncipe herdeiro, algumas vozes se levantaram para criticar Máxima por causa do pai, mas ser filha de um ex-ministro, ainda que polémico e eventualmente criminoso (o que está ainda por provar), parece ser uma mais-valia neste caso: o à-vontade com que a princesa desempenha o seu papel em muito se deverá à educação e experiência de vida que teve. Talvez por isso, a rainha Beatriz a tenha defendido desde o primeiro momento e continue inequivocamente a mostrar que a considera uma digna sucessora.

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