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Surpreenda-se com os valores milionários gastos por outras famílias reais europeias

Será que Meghan e Harry exageraram mesmo no valor das obras da sua nova casa?

CARAS
27 de junho de 2019, 16:26

Muito se tem criticado o custo das obras que Harry e Meghan fizeram à sua nova casa, a Frogmore Cottage, já que excede e muito o milhão e meio de libras estipulado (1.116.498,86 euros) e está longe de ser o valor final, já que este não é ainda o orçamento final, que poderá atingir os três milhões. Com a polémica instalada, poucos se recordarão dos custos da reforma do palácio de Kensington quando os duques de Cambridge para lá foram morar. Passamos em revista algumas das mais populares e milionárias reformas a casas de coroas europeias.

Skaugum

Este é o lar de Haakon e Mette-Marit da Noruega. Fica no município de Asker e as obras tiveram um custo de 4,7 milões de euros, prenda dos reis Harald e Sonia da Noruega. Os primeiros inquilinos reais foram Olav e a princesa Marta da Suécia. À semelhança de quase todos os seus homólogos, Mette-Marit e o marido adequaram o espaço às suas necessidades: 4 milhões de euros em obras e 750 mil na redecoração. Com 140 divisões, há espaço para animais de ganadaria, agricultura e silvicultura. Skaugum está inserido numa grande propriedade de 15 hectares onde há também outras casas, que Haakon alugou de forma ilegal, forçando-o a um pedido de desculpas público.

Palácio de Haga

Esta é a residência oficial de Victoria e Daniel da Suécia e situa-se em Estocolmo. As obras àquela habitação tiveram um custo total de cinco milhões de euros. A princesa herdeira nunca escondeu o seu desejo de ali viver, mesmo antes de casar com Daniel. “Esta casa tem um significado muito especial para mim e para a minha família. Os meus avós paternos, o príncipe Gustavo Adolfo e a princesa Sílvia, viveram em Haga com os seus filhos. Nunca tive oportunidade de os conhecer e viver ali dá-me a sensação de que estou mais próxima deles. Sinto que fecha um ciclo”, afirmou Victoria. Com um total de 41 divisões, foi construida em 1802 e em 2008, meses antes do seu enlace com Daniel, iniciaram as obras que vieram a alterar por completo aquela propriedade. Parte dos custos foi pago pelo par, a que corresponde à área privada da casa - 16 divsões -, e a restante ficou a cargo da Agência de Propriedade Estatal sueca.

Palácio de Kensington

Esta é, com toda a certeza, uma das residências oficiais de membros da realeza mais conhecidas. Casa dos duques de Cambridge, situa-se no centro de Londres, e as suas obras custaram 5,5 milhões de euros. À semelhança dos duques de Sussex, também para Kate e William foi estipulado um orçamento de um milhão de euros, tendo ultrapassado-o em cinco vezes mais. Por ser um monumento antigo, as obras efetuadas obedeceram a algumas regras, nomeadamente a necessidade de respeitar a fachada do edifício, dificultando o rigor no cumprimento do orçamento. De entre as comodidades encontram-se uma área infantil próxima de Hyde Park para que os três filhos do casal - George, de cinco anos, Charlotte, de quatro, e Louis, de um - possam brincar.

Palácio de Amalienborg

Este é o lar de Frederico e Mary da Dinamarca. Situado no centro de Copenhaga, o custo das suas obras foi de 30 milhões de euros inteiramente pagos pelo estado daquele país. Foi em 2005 que a reforma do espaço começou, passando após o seu casamento a viver no mesmo sítio que os seus avós, Frederico IX e Ingrid, e só em 2010 chegaram ao fim. Com três andares e um quintal, o casal herdeiro quis combinar tradição com modernidade e para isso recorreram aos melhores decoradores da Dinamarca.

Palácio de Huis Ten Bosch

Esta é a residência oficial de Guilherme e Máxima da Holanda e situa-se a 20 quilómetros de Haia. As obras ali realizadas tiveram um custo de 63 milhões de euros. Foi em janeiro último que a família real holandesa decidiu mudar um pouco a sua vida, a começar pela casa: Guilherme, Máxima e as três filhas deixaram Villa Eikenhorst para se mudarem para o palácio de Huis Ten Bosch. A reforma começou em 2013 e, embora estivesse planeado concluir a reforma em 2016, isso só aconteceu em 2018. A construção da propriedade, cujo nome significa ‘A casa do bosque’, começou a ser construida em 1645 por ordem da rainha Isabel da Boémia, que ali vivia com o marido, Frederico V. Já teve vários proprietários, de entre os quais o irmão de Napoleão Bonaparte, até à proclamação de Guilheme como rei dos Países Baixos, altura em que se tornou a sua residência oficial.

Descubra no vídeo o passatempo preferido dos filhos mais velhos de Kate!

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