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Quando a realeza chora: os momentos em que revelaram o seu lado mais sentimental

Da princesa Diana a Kate e até a própria rainha Isabel II, recordamos episódios em que as emoções estiveram à flor da pele.

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31 de maio de 2019, 09:57

As famílias reais são conhecidas pela forma calma com que surgem sempre, tradicionalmente reservadas no que à exteriorização dos sentimentos diz respeito. Contudo, ficaram registados momentos em que cederam à emoção vivida e acabaram por chorar em público.

Reveja esses momentos!

Kate não pode disfarçar as lágrimas que lhe surgiram, em 2014, durante a participação no lançamento do East Anglia Children’s Hospices. Grávida de quatro meses da pequena Charlotte, hoje com três anos. A mulher de William trocou cartas com uma pessoa daquela instituição de caridade, Leigh Smith, que havia perdido a sua bebé de três meses, Beatrice, vítima de uma condição cardíaca rara, e ao procurá-la no evento tiveram oportunidade de conversar. Kate acabou por se emocionar. A fisioterapeuta acabou por revelar detalhes do encontro: "Kate deu-me um abraço pouco antes de se ir embora”. Emocionada, viu que também a duquesa “tinha lágrimas nos olhos e acabou por me dizer: 'É uma mulher muito corajosa. Lamento tanto, tanto.'"

Cerca de 22 anos antes, a princesa Diana viu-se numa situação semelhante quando visitou o Ashworth Hospice, em Liverpool. A ‘princesa do povo’, conhecida pela sua atitude empática acabou por se emocionar ao sair daquele ato.

Também a mulher de Carlos, Camilla, se emocionou publicamente durante uma visita ao Centro Safelives, em Londres, em janeiro de 2016. A Duquesa conversou com vítimas de violência doméstica e escutou o testemunho de Diana Parkes, cuja filha, Joanna Brown, foi assassinada pelo marido, Robert.

O Dia do Armistício é sempre um ponto alto no calendário da família real inglesa e em 2002 a rainha não segurou as lágrimas ao visitar o túmulo na Abadia de Westminster. A primeira vez que a monarca chorou em público foi em dezembro 1997 quando o seu iate Britannia foi dispensado devido a cortes governamentais, depois de ter servido a família real inglesa durante mais de 40 anos. Os elementos mais antigos da realeza assistiram à cerimónia, nomeadamente a filha da rainha, a princesa Ana, que também verter uma lágrima.

Foi um dia emocionante para a Mette-Marit assistir às celebrações do 75º aniversário do rei Harald e Sónia na Ópera de Oslo. Harald nasceu em 21 de fevereiro e sua esposa no dia 4 de julho, mas o casal escolheu celebrar juntos no dia 31 de maio. Também a rainha Sílvia da Suécia não disfarçou as lágrimas no dia 10 de junho de 2010, data em que a filha, a princesa Victoria, trocou alianças com Daniel.

A rainha Máxima da Holanda desfez-se em lágrimas ao participar numa cerimónia em Apeldoorn para homenagear os mortos e feridos no terrível ataque do Dia da Rainha, que aconteceu em abril de 2009. A mãe de Amalia, Alexia e Ariane, que não se coibe de mostrar as suas emoções em público, marcou presença numa cerimónia comovente em Eindhoven, em julho de 2014, altura em que os corpos das vítimas do acidente do avião MH17 regressavam aos Países Baixos.

A rainha Matilde da Bélgica prestou homenagem à rainha Fabiola por altura do seu funeral em 2014. Fez-se acompanhar pelo marido, o rei Phillipe e os seus quatro filhos, no funeral que teve lugar em Bruxelas. Fabiola foi rainha consorte do rei Baudouin durante 33 anos.

Ao lado do irmão, o príncipe Alberto, a princesa Stéphanie do Mónaco não segurou as lágrimas ao assistir à 24.ª edição do Festival Internacional de Circo, um evento anual importante no calendário real monegasco.

A princesa Martha Louise não conteve as emoções quando o seu país de origem, a Noruega, assinalou os ataques de 2011 perpetrados por Anders Breivik, um homem com ligações à extrema-direita que assassinou 77 pessoas que participavam num acampamento de jovens. Entre os mortos estava o meio-irmão de Mette-Marit.

Também o príncipe George, atualmente com cinco anos, foi confortado pela mãe, Kate, durante um dia pólo no verão de 2018. A sua irmã, a princesa Charlotte, chorou durante a cerimónia do Trooping the Colour de 2018. A filha do meio de William, atualmente com três anos, escorregou e caiu batendo com a cabeça no corrimão da varanda. Kate, que estava de pé atrás da filha de três anos, pegou-a nos braços e consolou-a. Num episódio semelhante, o príncipe William foi confortado pela mãe, a princesa Diana, durante um dia repleto de desportos em Richmond, em 1990.

Mary da Dinamarca tentou manter a calma do seu filho, Christian, durante a parada no palácio Fredensborg, em 2009, na data em que foi celebrado em família o 75.º aniversário, falecido em 2018.

Em 2013, durante a sessão de fotografias em família, a princesa Mary consolou a sua filha Josephine quando o ambiente à sua volta começou a ser demasiado para os seus dois anos de idade.

Meghan não é membro da família real inglesa há muito tempo mas já se emocionou em várias ocasiões e a mais evidente foi por motivo de alegria e não de tristeza. Durante a sua visita ao reino de Tonga, um grupo de crianças cantou uma música para ela e para Harry sobre mosquitos, que lhe valeram gargalhadas e lágrimas de tanto rir.

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