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Os nomes mais singulares dos filhos da realeza

Será que o filho dos duques de Sussex vai confirmar esta tendência?

CARAS
4 de maio de 2019, 11:57

Com o aproximar do nascimento do primeiro filho dos duques de Sussex aumenta também a expectativa de saber o sexo e, inevitavelmente, o nome da criança. Todos querem ser originais e, por isso, deixamos algumas sugestões de nomes singulares no seio das famílias reais europeias.

Isla e Savannah Phillips

Peter e Autumn Phillips pareciam determinados a trazer a família real para o século XXI quando chegou ao momento de decidir o nome. Quebraram a tradição da realeza britânica ao eleger Savannah para o nome da sua primeira filha, em 2010. O nome aumentou em popularidade nos últimos 20 anos, mas na história, nunca se tornou popular, especialmente entre a realeza. A segunda filha, nascida em 2012, foi chamada de Isla.

Maud Angelica da Noruega

A princesa Martha da Noruega arqueou a sobrancelha ao anunciar o nome da sua filha mais velha em 2003. Embora Maud possa ser um nome incomum ainda no Reino Unido, é relativamente comum na Noruega. O mesmo não se pode dizer do seu nome do meio: Angelica. Martha continuou a surpreender com as escolhas dos nomes das suas outras filhas: Leah Isadora e Emma Tallulah.

Liam do Luxemburgo

Escolher o nome Liam na Grã-Bretanha terá, necessariamente, duas analogias óbvias: um elemento da banda Oasis ou, para os mais jovens, dos One Direction e não um nome para um membro da realeza. Contudo, foi essa a escolha dos príncipes Felix e Claire para o seu filho, nascido em 2016.

Talita Von Furstenberg

Ela tem uma avó que é uma famosa estilista, um avô bilionário e um pai que é um príncipe alemão, pelo que não é de admirar que a princesa Talita Von Furstenberg tenha um nome partimente exótico. A jovem de 21 anos foi modelo da Dolce & Gabbana e acabou de ser nomeada como uma musa da loja Diane von Fürstenberg, fazendo antever um futuro promissor.

Raphaël Casiraghi

A filha da princesa Carolina do Mónaco, Charlotte Casiraghi, optou pelo nome Raphäel quando nasceu o seu primeiro filho, e, 2013, fruto da relação com Gad Elmaleh, entretanto terminada. Voltou a ser mãe em 2018 do pequeno Balthazar, fruto da relação com Dimitri Rassam, de quem está noiva. Apesar de o nome ser incomum Balthazar tem algumas conotações reais: tratava-se de um dos magos que visitaram Jesus na noite do seu nascimento. Em hebraico significa "proteger o rei".

Vincent da Dinamarca

Vincent Frederik Minik Alexander é o filho de oito anos do príncipe Frederico da Dinamarca. Enquanto o nome Vincent seria uma escolha inesperada para um membro da realeza britânica, a verdade é que a escolha final poderia ter sido mais incomum. As casas de apostas na Dinamarca avançavam com nomes nórdicos antigos e Valdemar e Knud listavam nos favoritos.

Pauline Ducruet

Pauline não é um nome que os ingleses facilmente associariam à realeza, mas é aquele que Stephanie do Mónaco escolheu para a sua filha mais velha, nascida em 1994.

Príncipe Achileas-Andreas

Achileas-Andreas não é facilmente pronunciável portanto não admira que o príncipe grego utilize o nome “Achi da Grécia” no Instagram.

Eugenie

Quando Sarah Ferguson e o príncipe André deram boas-vindas à sua segunda filha, em 1990, ninguém esperava que o então casal escolhesse o nome Eugenie. Embora este fosse o nome de uma das netas da rainha Vitória, o nome ficou fora de moda durante anos.

Estelle da Suécia

O nome da filha mais velha da princesa Victória e de Daniel da Suécia é uma raridade no que aos membros da realeza diz respeito, quer no passado, quer no presente. Há quem acredite que o nome foi escolhido para homenagear um familiar distante, a humanista Estelle Bernadotte.

Leonor de Espanha

O nome Leonor era o predileto das princesas europeias no século XV, mas perdeu a preferência até ao dia em que Felipe VI e Letízia de Espanha o ressuscitaram em 2005. Desde então, houve um renascimento com a rainha Mathilde da Bélgica e da princesa Madalena da Suécia, já que ambas escolheram variações dos seus para suas filhas.

Sverre Magnus da Noruega

Apesar de incomum, não é a primeira vez que um rei norueguês recebe o nome de Sverre. A inspiração vem de um monarca do século XII.

Zara Tindall

Zara até pode ser uma escolha comum na Grã-Bretanha, mas não entre a realeza. Foi o seu tio, o príncipe Carlos, quem ajudou na escolha. “O bebé chegou de forma bastante repentina e positiva", afirmou a princesa Ana, "e o meu irmão achou que Zara era um nome apropriado". O significado grego de Zara é o de “luz” e “brilhante como a aurora”.

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