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Emanuele Filiberto apadrinha duas crianças órfãs do Quénia

Os príncipes de Veneza e do Piemonte com Moses e Alan, as crianças que 'adotaram' no Quénia. O casal com as duas filhas, Vittoria e Luisa, de 7 e 4 anos, no orfanato italiano daquele país.

Joana Carreira
5 de março de 2011, 10:26

O príncipe Emanuele Filiberto de Sabóia, de 38 anos, deslocou-se ao Quénia com a mulher, Clotilde Courau, de 41 anos, e as duas filhas, Vittoria e Luisa, de 7 e 4 anos. O objetivo que presidiu a esta viagem familiar foi a adoção de duas crianças do Mama Anakuja, um orfanato italiano que funciona naquele país africano.

Emanuele Filiberto apadrinha duas crianças órfãs do Quénia
Feriaque
Uma adoção que não foi plena, já que
Moses
e
Alan
, os dois meninos quenianos, vão continuar a viver no seu país, mas passarão a contar com o apoio financeiro e moral do filho do príncipe
Vittorio Emanuele de Sabóia
, o pretendente ao trono italiano. Apesar de não ser uma informação oficial, e de não ser, por isso, conhecida a forma como funcionará na prática, a verdade é que se trata mais de um apadrinhamento, mas que levará o neto do último rei de Itália,
Umberto II
, a realizar viagens ao Quénia com alguma frequência, para visitar as crianças.


Emanuele Filiberto apadrinha duas crianças órfãs do Quénia
Feriaque
Sempre com as filhas por perto, os príncipes de Veneza e do Piemonte tentaram ao máximo integrar-se na comunidade e passaram momentos bem descontraídos juntos dos meninos do orfanato.


Emanuele Filiberto apadrinha duas crianças órfãs do Quénia
Feriaque
Emanuele Filiberto, que é gestor de fortunas, casou-se com a atriz francesa Clotilde Courau em Setembro de 2003, três meses antes de nascer a sua primeira filha. Vivem na Suíça, onde o príncipe cresceu, já que os descendentes masculinos da Casa de Sabóia foram expulsos e proibidos de entrar em Itália em 1946, com a implantação da República. Uma proibição que apenas foi levantada em 2002, ano em que o príncipe esteve pela primeira vez naquele que sempre considerou como o seu país, mas que apenas conhecia por fotografias ou pela televisão. Um ano, depois Filiberto de Sabóia casava-se pela igreja no país dos seus antepassados, numa catedral de Roma.


*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.

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