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D. Pedro Luís de Orleães e Bragança (Agosto de 1999)

D. Pedro Luís de Orleães e Bragança (Agosto de 1999)

Victor Freitas

D. Pedro Luiz de Orléans e Bragança viajava no avião da Air France que se despenhou

O jovem era o filho mais velho de D. António de Orléans e Bragança e da princesa Cristina de Ligne, primos de D. Duarte de Bragança

Andreia Guerreiro
2 de junho de 2009, 14:32

Tal como já foi avançada anteriormente, foi confirmada a presença de D. Pedro Luiz de Orléans e Bragança no Airbus A330, que saiu do Rio de Janeiro rumo a Paris, onde acabou por não chegar. Segundo a imprensa brasileira, o jovem, filho mais velho de D. António João Maria José Jorge Miguel Rafael de Orléans e Bragança e da princesa Crhristine de Ligne estava de regresso ao Luxemburgo, país onde vivia, depois de ter estado no Brasil para visitar a família.
Quando esteve em Portugal, em 1999, o príncipe, quarto na linha de sucessão ao trono brasileiro e primo de D. Duarte de Bragança, falou à CARAS acerca das suas convicções e dos seus projectos para o futuro. Na altura com 16 anos já tinha a certeza que queria seguir Gestão de Empresas e acabou por se formar nessa área. Nessa ocasião D. Pedro Luís de Orleães e Bragança falou ainda relação com os seus irmãos mais novos, D. Rafael, D. Amélia e D. Gabriela, revelando o seu lado mais protector. "Tento que eles sigam alguns dos meus bons exemplos e que tenham sempre em conta a educação que recebemos dos nossos pais. Quero que eles me vejam como um amigo", explicava.

Entretanto continuam as buscas para localizar o avião, que fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e Paris, com 228 pessoas a bordo (216 passageiros e 12 membros da tripulação) pelo que já são vários os países a disponibilizar os seus meios na busca do aparelho.

Segundo as últimas notícias a Força Aérea brasileira terá encontrado "pedaços metálicos" e "manchas de óleo", a cerca de 850km da ilha de Fernando de Noronha, que poderão indicar a localização do avião da Air France.

Para além do Brasil, que tem seis aviões na busca do Airbus A330, também a França já activou vários meios e terá ainda pedido reforço aos Estados Unidos.

Continua a pairar a incerteza quanto ao que aconteceu antes do avião ter desaparecido dos radares, embora se tenha avançado com a possibilidade de se tratar de uma avaria eléctrica, possivelmente provocada por um raio, quando o aparelho passava por uma zona de muita turbulência e de tempestade.

Ontem no aeroporto de Roissy Charles de Gaulle, onde deveria terminar o voo AF 447, o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, admitia que as hipóteses de haver sobreviventes nesta tragédia "são ínfimas" e que continua a não existir "nenhum elemento preciso sobre o que se passou".

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