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Com ‘savoir-faire’, Joan Smalls quebra estereótipo de beleza

Foram os traços latinos bem definidos, a atitude e a pose segura que a ajudaram a vingar no mundo da moda. Hoje, é uma das manequins mais requisitadas pelos grandes costureiros e marcas de renome.

Cristiana Rodrigues
21 de maio de 2017, 10:00

É porto-riquenha, tem 28 anos, e é uma das modelos mais bem pagas do mundo. Joan Smalls conquistou a pulso um lugar no mundo da moda. Estreou-se em 2010 na passerelle da Givenchy. O rosto latino e o cabelo escuro e brilhante marcaram a diferença. Num instante a Balmain e a Chanel repararam nela. Estava quebrado o preconceito de ser negra. Tornou-se a primeira latino-americana a ser imagem da conceituada marca de cosmética Estée Lauder e até a Victoria’s Secret lhe deu asas para desfilar na sua passerelle. Fê-lo com sensualidade. Uma característica que a acompanha no dia-a-dia, quando opta por decotes ousados, ombros desnudos ou pernas à vista.
O mais comum é encontrarmos a manequim com roupa confortável. Os jeans são uma das peças preferidas, os sapatos rasos a opção mais usual. Gosta sobretudo de se sentir bem e não se deixa influenciar por opiniões alheias: “Os meus pais ensinaram-me a ter orgulho em mim (...) Há críticas sobre a nossa aparência o tempo todo, e é impossível controlar isso. A única forma é amarmo-nos e respeitarmo-nos”, disse numa entrevista ao Fashion Forward.

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