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D.R.

Família de Manuel Mota não permite que a Pronovias compareça ao seu funeral

O estilista, de 46 anos, foi encontrado morto na passada terça-feira, dia 8.

Redação CARAS
11 de janeiro de 2013, 22:46

Manuel Motatrabalhou durante 23 anos como director criativo na empresa Pronovias, mas a famíliado estilista não autorizou que os representantes da marca assistissem ao seuenterro, que decorreu na sua terra natal, em Terragona, Espanha.
Segundo fontes ligadas à investigação, o corpo do estilista apresentava "lesões" causadas por umafaca. A polícia inicialmente terá avançado que o designer poderia ter sido assassinado, mas rejeitou essa hipóteseao encontrar três cartas numa mochila que Mota levava consigo. A equipa deinvestigação declarou que Manuel Mota destinou uma carta ao namorado, outra àfamília e outra à polícia e adiantou que num desses documentos, o criadordenunciava problemas laborais.
A fim de desmentir quaisquer conflitos entre a empresa e o seu diretor criativo,a Pronovias emitiu um comunicado onde pode ler-se: “Perante diversas informações que apareceram nos meios de comunicaçãosocial, queremos destacar que, em 23 anos de trabalho, o Manuel foi um pilar daempresa contribuindo sempre com o seu entusiasmo, energia e criatividade (…)Esta empresa desmente categoricamente qualquer tipo de desavença laboral com oManuel. (…) Todo o percurso profissional e pessoal doManuel na Pronovias foi impecável demonstrando na empresa, até ao dia da suamorte, uma atitude absolutamente positiva e cordial (…) Guardaremos sempre doManuel uma recordação indelével como o grande companheiro que foi. A família deManuel Mota expressou o desejo de que ninguém da Pronoivas compareça ao funeraldo Manuel, como teria sido o nosso desejo mais profundo”.
Manuel  Mota foi encontrado já sem vida,por volta das 15h00 da passada terça-feira, numa casa de banho de um centro desaúde de cuidados primários em Sitges, localidade onde residia.

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