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John Galliano

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Reuters

Homem que denunciou John Galliano desvaloriza comentários racistas

Philippe, que acusou o estilista, diz agora acreditar que este não é "anti-semita nem racista".

Joana Carreira
11 de março de 2011, 19:35

O caso de John Galliano continua a dar que falar. Desta vez, a pessoa que denunciou o caso, Philippe, alvo das declarações anti-semitas e racistas, está convicto de que o estilista está "muito doente" e, para ele, as palavras de Galliano foram "uma provocação" numa "simples discussão de bar".

Em entrevista ao jornal francês Le Parisien, Philippe explicou que, na noite do dia 24 de fevereiro, o criador de moda abordou o casal em estado alcoolizado e "muito perturbado psicologicamente", insultando-os "durante 45 minutos". Ainda segundo as palavras do queixoso, os empregados do bar não interferiram na discussão, "pelo contrário, trouxeram-lhe um mojito quando já estava bastante alcoolizado".

No entanto, Phillipe acha que o designer de moda, de 50 anos, "não é racista nem anti-semita". "John Galliano não merece isto. Não queria vê-lo destruído. Não posso retirar a queixa. Os inquéritos já começaram, e ele já apresentou uma queixa contra nós", acrescentou.

Recorde-se que a apresentação da queixa por parte do casal no bairro judeu do Marais, e as consequentes declarações do estilista num vídeo publicado pelo jornal britânico The Sun ditaram o seu despedimento enquanto diretor criativo da Casa Dior.

*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.

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