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Fátima Lopes

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Salvador Colaço

Fátima Lopes: "O que mais quero na vida é paz, e são poucas as pessoas com quem não mantenho uma relação amigável"

Fátima Lopes falou sobre Eduardo da Bernarda, de quem está separada, e sobre Marisa Cruz, duas pessoas que continuam a merecer o seu respeito, ao contrário de Orsi Fehér, que acusa de ter mentido e de ter sido incorrecta.

Melissa Tavanez
30 de novembro de 2009, 10:12

Apesar do sucesso que a sua última colecção obteve, tanto em Paris como no Porto, os últimos tempos não têm sido fáceis para Fátima Lopes. A vida da estilista tem estado num verdadeiro rebuliço, alimentado diariamente pela imprensa. Numa conversa aberta e sem grandes tabus, durante a inauguração da exposição 5 Estrelas, de Mike Sergeant, Fátima falou sobre grande parte dos temas ditos 'quentes' da sua vida e, com um sorriso aberto, revelou que neste momento está empenhadíssima na agência Face Models e em novos projectos.

- Os últimos tempos não têm sido fáceis e a imprensa tem estado com as atenções centradas em si. Como lida com isso?

Fátima Lopes - Temos que aprender a conviver com isso, a lidar com o que sai na imprensa. Aprendi que é para o bem e para o mal e a dar importância só ao que devo dar. Não sou daquelas pessoas que diz que não precisamos da imprensa. Só me entristece quando são histórias inventadas. E hoje existe a moda da 'fonte próxima'...

- E como está a sua relação com Marisa Cruz?

- Bem. Com a Marisa está tudo bem, claro que sim.

- E com o Eduardo?

- Prefiro não falar, mas está tudo bem...

- Mantêm uma relação amigável?

- O que mais quero na vida é paz, e são poucas as pessoas com quem não mantenho uma relação amigável. Não mantenho com a Orsi [Fehér], por exemplo, porque o que ela fez foi falso, incorrecto, e ela sabe. Ficou provado que tudo o que ela disse é mentira e continua a dizer que ganhou. É falso. Ficou provado que ela mentiu. E foi muito grave, porque as mentiras dela sobre mim foram acusações muito graves. Mas o tribunal mostrou quem tinha razão. Só com pessoas como ela é que não poderei nunca ter uma relação, ela nem merece o meu respeito.

- Nesta exposição surge numa fotografia que revela que o seu sonho de criança era ser pintora...

- Quando era criança, gostava de tudo o que tinha que ver com pincéis, lápis, enfim... tudo o que fosse para sujar e pintar. Em simultâneo, gostava também de roupas e de brincar com bonecas. Hoje em dia pinto por brincadeira... tenho muito respeito pelos pintores! [risos]

- E continua a sonhar?

- O que me mantém viva é estar sempre a sonhar e a pensar no que vou fazer a seguir.

- Apesar de tudo o que já conquistou no mundo da moda?

- Um criador de moda nunca tem nada. Conquista-se o respeito das pessoas, mas aumenta sempre a responsabilidade para o ano seguinte. Nunca na vida vou dizer que já fiz tudo, porque na moda isso não existe.

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