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Quinta das Carvalhas: Do vinho e da vinha

Uma sugestão CARAS.

Ana Paula Homem
5 de agosto de 2017, 17:00

Passar um dia na Quinta das Carvalhas, propriedade com 500 hectares considerada a joia da coroa da bicentenária Real Companhia Velha, é entrar Douro adentro e assistir aos trabalhos da vinha – poda, escava ou vindima –, que se estende por declives que chegam a atingir 70 graus. É admirar os rios Douro e Torto, a mata mediterrânica, a floresta, o olival e os jardins construídos com pedras de granito e esteiros de xisto, onde foram plantadas as mais variadas espécies de flores, plantas e ervas aromáticas. É ver a mais antiga região demarcada com outros olhos e desfrutar de um espaço repleto de memórias, como a Ruína, uma casa secular recuperada há cerca de dois anos, com um jardim e uma cascata no interior.
Dos programas de enoturismo que a quinta organiza, destaque para a Vintage Tour, guiada pelo enólogo das Carvalhas, Álvaro Martinho, que explica o processo do vinho desde a raiz à extremidade da videira, antes de uma prova dos vinhos topo de gama ali produzidos, e para a Harvest Experience, na época das vindimas, que começa com a apanha da uva e, depois de um almoço tradicional, prossegue na Quinta do Casal da Granja, em Alijó, com a pisa a pé nos tradicionais lagares de pedra.

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