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Myanmar: Um tesouro escondido

O testemunho de Leonor Saragga, membro da HumanEyes.co.

CARAS
23 de abril de 2017, 17:00

"Os guias turísticos podem tornar as viagens sem conteúdo e superficiais, transformando-nos em meros turistas passageiros em vez de viajantes e aventureiros”, defende Leonor Saragga, membro da HumanEyes.co, comunidade de viajantes que, através das suas histórias, tentam inspirar outros a viajar “de forma a conhecer, verdadeiramente, a cultura e as pessoas do país”. Leonor relata aqui a viagem que fez a Myanmar, também designada por Birmânia, que abriu as portas ao turismo estrangeiro muito recentemente.
“Era uma oportunidade de poder explorar uma cultura ainda pura e autêntica que eu não queria perder. Parti de viagem e todo aquele desconhecido acabou por se transformar em memórias eternas. Senti-me fascinada.

À medida que ia interagindo com os locais, fazendo o mesmo que eles faziam, comendo o mesmo que eles comiam, percebendo a sua cultura e os seus costumes, comecei a sentir-me em casa. Memorizei cada cara e cada sorriso, para os poder trazer para casa. Aprendi a orar como eles e a respeitar os seus costumes. Os dez dias que passei em Myanmar trouxeram-me serenidade, inspiração e amor.

No final, parti com a sensação de me ter transformado numa pessoa mais completa, e, acima de tudo, mais humilde e grata. Grata por poder viver aqueles momentos, por conhecer aquelas pessoas. Grata por poder viajar. Encontrei um tesouro escondido no meio da Ásia. Um tesouro mais valioso do que qualquer coisa que o dinheiro possa comprar.”

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